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Admiradas, mas não amadas
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Admiradas, mas não amadas
Admiradas, mas não amadas !
È imoral neste tempo de crise económica que vivemos, algumas pessoas gastarem tanto dinheiro em “trapos”. Uma autentica Imoralidade!
Mas compreende-se porque apesar de toda a Mulher ter o direito de ser como é, a nossa cultura em que deixamos que tudo nos influencie e condicione, exige que se vista determinada marca, que se siga modas ditadas por Países, cujo ordenado mínimo é seguramente maior que o de Portugal três vezes.
Seguimos as tendências das chamadas grandes estrelas mundiais que se tornaram ícone de modas, esquecemos é que enquanto nós, temos que as pagar para as imitar, elas ganham dinheiro por as vestir, deste ou daquele designer, por usarem este ou aquele produto.
Más nós pagamos essa vaidade, essa imitação, as condições de sermos aceites neste ou naquele círculo social pelo que vestimos, pelo carro que possuímos, Tudo em função da tal “dita aparência social.
Somos seleccionados à porta de discotecas pelos “trapos”, pela marca do relógio, até pela nossa aparência física.
Sim, porque vivemos numa época de aparências e não de realidades.
Uma Madonna, uma Witneyhouse, uma Jennifer Ariston, uma Britney Spears, uma Angelie Jolie, nós mulheres fomos criando os ditos complexos em relação ao nosso corpo, temos que cumprir os requisitos, as tais medidas certas, senão somos marginalizadas, não somos aceites em grupos, acabamos frustradas, oprimidas apenas porque não temos meios ou não conseguimos obedecer aos padrões de moda desta época.
Longe vão os tempos em que umas gordurinhas eram consideradas formosura ou sinónimo de abastança nos homens.
E tal vez por isso, dizem-nos que Portugal é o terceiro maior consumidor de anti-depressivos porque será?
Grande Admiração!!!
Triste geração que deixou de valorizar o ser humano pelo seu interior, escravos de uma exterioridade que nada acrescenta. Que vivem do que os outros pensam e julgam pelo seu exterior físico.
Seres imitadores sem identidade própria que deixaram, de pensar por si próprios.
2007
♥ღ★ღ♥MClara♥ღ★ღ♥
È imoral neste tempo de crise económica que vivemos, algumas pessoas gastarem tanto dinheiro em “trapos”. Uma autentica Imoralidade!
Mas compreende-se porque apesar de toda a Mulher ter o direito de ser como é, a nossa cultura em que deixamos que tudo nos influencie e condicione, exige que se vista determinada marca, que se siga modas ditadas por Países, cujo ordenado mínimo é seguramente maior que o de Portugal três vezes.
Seguimos as tendências das chamadas grandes estrelas mundiais que se tornaram ícone de modas, esquecemos é que enquanto nós, temos que as pagar para as imitar, elas ganham dinheiro por as vestir, deste ou daquele designer, por usarem este ou aquele produto.
Más nós pagamos essa vaidade, essa imitação, as condições de sermos aceites neste ou naquele círculo social pelo que vestimos, pelo carro que possuímos, Tudo em função da tal “dita aparência social.
Somos seleccionados à porta de discotecas pelos “trapos”, pela marca do relógio, até pela nossa aparência física.
Sim, porque vivemos numa época de aparências e não de realidades.
Uma Madonna, uma Witneyhouse, uma Jennifer Ariston, uma Britney Spears, uma Angelie Jolie, nós mulheres fomos criando os ditos complexos em relação ao nosso corpo, temos que cumprir os requisitos, as tais medidas certas, senão somos marginalizadas, não somos aceites em grupos, acabamos frustradas, oprimidas apenas porque não temos meios ou não conseguimos obedecer aos padrões de moda desta época.
Longe vão os tempos em que umas gordurinhas eram consideradas formosura ou sinónimo de abastança nos homens.
E tal vez por isso, dizem-nos que Portugal é o terceiro maior consumidor de anti-depressivos porque será?
Grande Admiração!!!
Triste geração que deixou de valorizar o ser humano pelo seu interior, escravos de uma exterioridade que nada acrescenta. Que vivem do que os outros pensam e julgam pelo seu exterior físico.
Seres imitadores sem identidade própria que deixaram, de pensar por si próprios.
2007
♥ღ★ღ♥MClara♥ღ★ღ♥

MClara- Convidado
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