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13 de Agosto de 2008
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13 de Agosto de 2008
Hoje é dia 13 de Agosto, ouvi as notícias, a nossa comunidade emigrante está de visita a Portugal e como não podia deixar de ser visitam o Santuário de Fátima.
Nossa Senhora de Fátima, Mãe, registei palavras de alguém que dizia, tenho que visitar a minha mãe para a ter no meu coração durante o resto do ano. Sem dúvida a Nossa Mãe espiritual, não vou escrever sobre Fátima.
Fátima sente-se, não é sequer possível descrever em palavras a Paz que nos transmite, Apenas neste dia relembro serões á lareira onde era hábito se rezar o Terço á noite em família, prática hoje em completo desuso, porque outros prazeres e outras necessidades ocupam o nosso espírito, e deixamos para trás o Alimento da “Alma”.
Apraz-me dizer no entanto que se me fosse concedido hoje o atendimento a um Pedido, nada pediria para mim, mas sim para aqueles que se encontram perdidos num Mundo Virtual sem sentido cheio de palavras e promessas vazias, dependentes de um On e um Off e de uma boa ligação à Internet.
Pediria que Nossa Senhora de Fátima estendesse a sua Mão e a sua doçura a tantas famílias que a Internet provoca afastamentos ao ponto de separarem pais de Filhos, Homens de esposas, e Esposas de Maridos. Pessoas de vidas perdidas, Lares desfeitos, que se iludiram com estranhos na Internet com quem nunca trocaram sequer um olhar, o toque e cheiro de um Mão.
O sábio disse, Anjos ou demónios eternamente em conflito dentro do Ser Humano, Bem e Mal, vencerá aquele que eu alimentar.
Hoje estou a alimentar o meu Eu que me liga á Natureza, á obra do Criador e muitas vezes destruída e não preservada pelo Homem, na sua dita procura de evolução e civilização.
È tudo uma questão de equilíbrio dentro de nós, Cidades e Serras, Pessoas e a Podridão , Sujidade e a pureza de águas cristalinas.
Assim é na Natureza que nos reencontramos mais próximos “D..Ele”, como não reparar na Beleza natural de uma queda de água, numa Flor, numa Arvore centenária marcada pelas intempéries de anos e anos que não a conseguiu derrubar.
Oxalá a “Amizade” fosse como as árvores que hoje observei, que resistissem à maledicência, à inveja, aos rancores infundados, que dobrassem, mas não quebrassem.
Arvores resistentes a Fogos que voltam a nascer das cinzas. Todo este verde e água cristalina me fez pegar num velho caderno de recordações e numa caneta e reescrever crónicas de Internet semi-reais.
13.08.2008
♥ღ★ღ♥MClara♥ღ★ღ♥
Nossa Senhora de Fátima, Mãe, registei palavras de alguém que dizia, tenho que visitar a minha mãe para a ter no meu coração durante o resto do ano. Sem dúvida a Nossa Mãe espiritual, não vou escrever sobre Fátima.
Fátima sente-se, não é sequer possível descrever em palavras a Paz que nos transmite, Apenas neste dia relembro serões á lareira onde era hábito se rezar o Terço á noite em família, prática hoje em completo desuso, porque outros prazeres e outras necessidades ocupam o nosso espírito, e deixamos para trás o Alimento da “Alma”.
Apraz-me dizer no entanto que se me fosse concedido hoje o atendimento a um Pedido, nada pediria para mim, mas sim para aqueles que se encontram perdidos num Mundo Virtual sem sentido cheio de palavras e promessas vazias, dependentes de um On e um Off e de uma boa ligação à Internet.
Pediria que Nossa Senhora de Fátima estendesse a sua Mão e a sua doçura a tantas famílias que a Internet provoca afastamentos ao ponto de separarem pais de Filhos, Homens de esposas, e Esposas de Maridos. Pessoas de vidas perdidas, Lares desfeitos, que se iludiram com estranhos na Internet com quem nunca trocaram sequer um olhar, o toque e cheiro de um Mão.
O sábio disse, Anjos ou demónios eternamente em conflito dentro do Ser Humano, Bem e Mal, vencerá aquele que eu alimentar.
Hoje estou a alimentar o meu Eu que me liga á Natureza, á obra do Criador e muitas vezes destruída e não preservada pelo Homem, na sua dita procura de evolução e civilização.
È tudo uma questão de equilíbrio dentro de nós, Cidades e Serras, Pessoas e a Podridão , Sujidade e a pureza de águas cristalinas.
Assim é na Natureza que nos reencontramos mais próximos “D..Ele”, como não reparar na Beleza natural de uma queda de água, numa Flor, numa Arvore centenária marcada pelas intempéries de anos e anos que não a conseguiu derrubar.
Oxalá a “Amizade” fosse como as árvores que hoje observei, que resistissem à maledicência, à inveja, aos rancores infundados, que dobrassem, mas não quebrassem.
Arvores resistentes a Fogos que voltam a nascer das cinzas. Todo este verde e água cristalina me fez pegar num velho caderno de recordações e numa caneta e reescrever crónicas de Internet semi-reais.
13.08.2008
♥ღ★ღ♥MClara♥ღ★ღ♥

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