Últimos assuntos
Login
Facebook
Forum Generalista Português
O Tempo não pára!
Tradutor - on - line

Buscar
Aos pais .. sobre uso da Internet
Página 1 de 1 • Compartilhe •
Aos pais .. sobre uso da Internet
Troca de fotos 'picantes' põe os jovens em risco
Daniela Dariano
Caiu na rede, é pânico! A mania adolescente de se fotografar em poses sensuais, nus ou seminus, e enviar essas fotos pelo celular para namorado ou postá-las em sites de relacionamento é uma perigosa realidade para quem frequenta o território virtual: 17% dos jovens brasileiros admitem que já praticaram o "[url=http://www.portugal-on-line.com/javascript:CntxLinks.MakeCall('sexting')]sexting[/url]" - fusão das palavras em inglês "sex" (sexo) e "texting" (envio de mensagem pelo celular). Origem de crimes que vão de constrangimento a prostituição e pedofilia, a fotografia íntima nem sempre fica restrita ao destinatário original - 44% dos adolescentes americanos, onde a moda começou, admitem que é comum compartilhar mensagens sexuais de texto ou foto com outros além do destinatário.
A nova onda "teen" é polêmica e preocupa pais e autoridades. No Rio, alunos e professores de escolas estaduais, municipais e particulares estão sendo submetidos a pesquisa minuciosa sobre atos de navegação, com foco no "sexting". O estudo, organizado pela ONG SaferNet, ficará pronto no fim do mês que vem. "Imaginamos que o número de casos não seja muito diferente dos 17% apontados em outros estados", declarou o diretor de prevenção da SaferNet Brasil, Rodrigo Nejm.
Para melhor transitar e investigar no meio virtual, o Ministério Público do Rio firmou termo de cooperação com a ONG, que fornecerá treinamento para promotores. "Você tem o direito de mandar foto sua, mas, se outra pessoa a divulga e causa constrangimento, é passível de processo por danos morais. Se a foto for de um menor, será um ilícito, como divulgação de material pornográfico de adolescente", explica a promotora Ana Lúcia Melo, da 25ª Promotoria de Investigação da 1ª Central de Inquérito, afirmando que as mudanças no Estatuto da Criança e do Adolescente facilitaram e deram mais rigor à punição.
Longe da vigilância dos pais, o "sexting" está nas escolas, nas [url=http://www.portugal-on-line.com/javascript:CntxLinks.MakeCall('lan houses')]lan houses[/url] e até em casa. Pesquisas apontam que as famílias não impõem limite ao uso da [url=http://www.portugal-on-line.com/javascript:CntxLinks.MakeCall('internet')]internet[/url] pelos filhos e pouco sabem da vida virtual da prole: 36% dizem que os filhos não têm amigo virtual, mas 79% dos jovens revelam que têm ao menos um.
Alunas do 1º ano do Ensino Médio na rede estadual do Rio, B., T. e I., todas de 16 anos, aderiram à mania do "sexting". Postaram fotos sensuais e seminuas por celular e no Orkut, e os pais nem sonham com as iniciativas. "Meu pai confia muito em mim. Se ele soubesse...", imagina B.
No ano passado, os pais da americana Jessica Logane, 18 anos, conheceram de forma trágica os efeitos nocivos dessa moda. Depois de se fotografar nua e presentear o namorado com a foto pelo celular, a menina passou a ser chamada de "vagabunda" na escola quando o relacionamento acabou e o garoto espalhou as imagens. Ela se enforcou, e os pais lutam hoje por leis que punam o "sexting".
No Brasil, vídeos e fotografias da intimidade alheia se tornam sucesso na web. Para ostentar ou por vingança, os receptores das imagens as divulgam. Há dois anos e meio, no município paranaense de Maringá, a jornalista Rose Leonel, 38, se deparou na internet com vídeo e fotos suas feitas pelo ex-namorado em momentos íntimos. No site, onde era identificada como prostituta, ainda estavam seus números de telefone. Após perder emprego e ser infernizada por "clientes" até do exterior, ganhou indenização de só R$ 3 mil na Justiça. Mas não se viu livre da exposição.
No Rio, dois adolescentes acusados de produzir e exibir na internet imagens de uma menor tendo relações sexuais com um deles, em 2005, chegaram a ficar internados no Instituto Padre Severino, para infratores. Para preservar a menina, a família mudou de Estado.
Segundo Rodrigo Nejm, entre os motivos do "sexting", está a competitividade natural da adolescência potencializada pelo momento em que os limites entre público e privado não estão claros. "A intenção do jovem é se destacar na multidão. Ele quer mostrar que é melhor, mais bonito, que não é um qualquer".
Vida virtual vigiada de perto por pais
A analista financeira Viviane Marques Ferreira, 32 anos, e o comerciante Robson de Lima Ferreira, 33, controlam de perto o comportamento da filha Milena, 11, na internet. fica na sala, e ela só pode usar uma hora por dia, sob a supervisão dos dois, que têm a senha da filha no Orkut e fiscalizam sua página. Ela não gosta muito, mas aceita.
Mesmo com todo esse cuidado, Milena não escapou de um incidente. Ao incluir a aplicação "Vou, não vou", que submete os usuários à avaliação de internautas sobre a aparência física, Milena passou a receber cantadas de homens mais velhos. Uma delas, de um usuário ilustrado pela foto de um pênis. "Ela é uma menina que está se descobrindo. Se a gente não fica de olho, é um problema", acredita Viviane.
No Orkut, onde álbuns de adolescentes são recheados de fotos sexualmente sugestivas, jovens contam experiências de risco. Em Ribeirão Preto, interior paulista, algumas alunas do Ensino Médio fazem do "sexting" um jogo: fotografam partes de seus corpos e enviam para os garotos, que têm a missão de identificar a quem pertencem.
Embora o espaço virtual dê a sensação de anonimato, a promotora Ana Lúcia Melo lembra que muitas vezes é mais fácil identificar o autor de um crime virtual. "Com a tecnologia avançada e informações dos provedores, temos como saber de onde saiu a imagem com mais facilidade do que um crime comum", afirma. O MP gradualmente busca assinar termos de ajustamento de conduta com provedores que não costumam revelar esses dados.
Segurança na internet
Proibir não educa
As tecnologias mais avançadas para proteger crianças e adolescentes em qualquer espaço continuam sendo diálogo e orientação. Espionar tudo o que fazem não são boas saídas, pois ferem a privacidade e fragilizam a confiança.
Aprenda com seus filhos
Se não sabe usar a internet, aprenda com seus filhos. Você entenderá o que fazem, com quem conversam e o que divulgam e terá oportunidade de ensiná-los a tomar cuidado.
Novas dicas
No lugar das velhas dicas para não receber doce nem carona de estranhos, os pais devem alertar os filhos para não divulgarem dados pessoais, não aceitarem convites de amigos virtuais nem receberem arquivos de estranhos.
Fonte: ler anuncio na integra na fonte de informação
--------------------------------------------
Senhor Eng. não se pode oferecer Magalhaes a jovens e não lhes dar formação em segurança no uso da Internet, nem tão pouco dar essa responsabilidade só aos pais....
Daniela Dariano
Caiu na rede, é pânico! A mania adolescente de se fotografar em poses sensuais, nus ou seminus, e enviar essas fotos pelo celular para namorado ou postá-las em sites de relacionamento é uma perigosa realidade para quem frequenta o território virtual: 17% dos jovens brasileiros admitem que já praticaram o "[url=http://www.portugal-on-line.com/javascript:CntxLinks.MakeCall('sexting')]sexting[/url]" - fusão das palavras em inglês "sex" (sexo) e "texting" (envio de mensagem pelo celular). Origem de crimes que vão de constrangimento a prostituição e pedofilia, a fotografia íntima nem sempre fica restrita ao destinatário original - 44% dos adolescentes americanos, onde a moda começou, admitem que é comum compartilhar mensagens sexuais de texto ou foto com outros além do destinatário.
A nova onda "teen" é polêmica e preocupa pais e autoridades. No Rio, alunos e professores de escolas estaduais, municipais e particulares estão sendo submetidos a pesquisa minuciosa sobre atos de navegação, com foco no "sexting". O estudo, organizado pela ONG SaferNet, ficará pronto no fim do mês que vem. "Imaginamos que o número de casos não seja muito diferente dos 17% apontados em outros estados", declarou o diretor de prevenção da SaferNet Brasil, Rodrigo Nejm.
Para melhor transitar e investigar no meio virtual, o Ministério Público do Rio firmou termo de cooperação com a ONG, que fornecerá treinamento para promotores. "Você tem o direito de mandar foto sua, mas, se outra pessoa a divulga e causa constrangimento, é passível de processo por danos morais. Se a foto for de um menor, será um ilícito, como divulgação de material pornográfico de adolescente", explica a promotora Ana Lúcia Melo, da 25ª Promotoria de Investigação da 1ª Central de Inquérito, afirmando que as mudanças no Estatuto da Criança e do Adolescente facilitaram e deram mais rigor à punição.
Longe da vigilância dos pais, o "sexting" está nas escolas, nas [url=http://www.portugal-on-line.com/javascript:CntxLinks.MakeCall('lan houses')]lan houses[/url] e até em casa. Pesquisas apontam que as famílias não impõem limite ao uso da [url=http://www.portugal-on-line.com/javascript:CntxLinks.MakeCall('internet')]internet[/url] pelos filhos e pouco sabem da vida virtual da prole: 36% dizem que os filhos não têm amigo virtual, mas 79% dos jovens revelam que têm ao menos um.
Alunas do 1º ano do Ensino Médio na rede estadual do Rio, B., T. e I., todas de 16 anos, aderiram à mania do "sexting". Postaram fotos sensuais e seminuas por celular e no Orkut, e os pais nem sonham com as iniciativas. "Meu pai confia muito em mim. Se ele soubesse...", imagina B.
No ano passado, os pais da americana Jessica Logane, 18 anos, conheceram de forma trágica os efeitos nocivos dessa moda. Depois de se fotografar nua e presentear o namorado com a foto pelo celular, a menina passou a ser chamada de "vagabunda" na escola quando o relacionamento acabou e o garoto espalhou as imagens. Ela se enforcou, e os pais lutam hoje por leis que punam o "sexting".
No Brasil, vídeos e fotografias da intimidade alheia se tornam sucesso na web. Para ostentar ou por vingança, os receptores das imagens as divulgam. Há dois anos e meio, no município paranaense de Maringá, a jornalista Rose Leonel, 38, se deparou na internet com vídeo e fotos suas feitas pelo ex-namorado em momentos íntimos. No site, onde era identificada como prostituta, ainda estavam seus números de telefone. Após perder emprego e ser infernizada por "clientes" até do exterior, ganhou indenização de só R$ 3 mil na Justiça. Mas não se viu livre da exposição.
No Rio, dois adolescentes acusados de produzir e exibir na internet imagens de uma menor tendo relações sexuais com um deles, em 2005, chegaram a ficar internados no Instituto Padre Severino, para infratores. Para preservar a menina, a família mudou de Estado.
Segundo Rodrigo Nejm, entre os motivos do "sexting", está a competitividade natural da adolescência potencializada pelo momento em que os limites entre público e privado não estão claros. "A intenção do jovem é se destacar na multidão. Ele quer mostrar que é melhor, mais bonito, que não é um qualquer".
Vida virtual vigiada de perto por pais
A analista financeira Viviane Marques Ferreira, 32 anos, e o comerciante Robson de Lima Ferreira, 33, controlam de perto o comportamento da filha Milena, 11, na internet. fica na sala, e ela só pode usar uma hora por dia, sob a supervisão dos dois, que têm a senha da filha no Orkut e fiscalizam sua página. Ela não gosta muito, mas aceita.
Mesmo com todo esse cuidado, Milena não escapou de um incidente. Ao incluir a aplicação "Vou, não vou", que submete os usuários à avaliação de internautas sobre a aparência física, Milena passou a receber cantadas de homens mais velhos. Uma delas, de um usuário ilustrado pela foto de um pênis. "Ela é uma menina que está se descobrindo. Se a gente não fica de olho, é um problema", acredita Viviane.
No Orkut, onde álbuns de adolescentes são recheados de fotos sexualmente sugestivas, jovens contam experiências de risco. Em Ribeirão Preto, interior paulista, algumas alunas do Ensino Médio fazem do "sexting" um jogo: fotografam partes de seus corpos e enviam para os garotos, que têm a missão de identificar a quem pertencem.
Embora o espaço virtual dê a sensação de anonimato, a promotora Ana Lúcia Melo lembra que muitas vezes é mais fácil identificar o autor de um crime virtual. "Com a tecnologia avançada e informações dos provedores, temos como saber de onde saiu a imagem com mais facilidade do que um crime comum", afirma. O MP gradualmente busca assinar termos de ajustamento de conduta com provedores que não costumam revelar esses dados.
Segurança na internet
Proibir não educa
As tecnologias mais avançadas para proteger crianças e adolescentes em qualquer espaço continuam sendo diálogo e orientação. Espionar tudo o que fazem não são boas saídas, pois ferem a privacidade e fragilizam a confiança.
Aprenda com seus filhos
Se não sabe usar a internet, aprenda com seus filhos. Você entenderá o que fazem, com quem conversam e o que divulgam e terá oportunidade de ensiná-los a tomar cuidado.
Novas dicas
No lugar das velhas dicas para não receber doce nem carona de estranhos, os pais devem alertar os filhos para não divulgarem dados pessoais, não aceitarem convites de amigos virtuais nem receberem arquivos de estranhos.
Fonte: ler anuncio na integra na fonte de informação
--------------------------------------------
Senhor Eng. não se pode oferecer Magalhaes a jovens e não lhes dar formação em segurança no uso da Internet, nem tão pouco dar essa responsabilidade só aos pais....

PortugalOnLine- Admin
- Sexo:
Idade: 47
Emprego/lazer: Jornalista Amadora (Claro)
Pontos: 1746
Data de inscrição: 21/11/2008
Assustador
Hospitais tratam viciados no Facebook
Hospitais italianos já tratam pessoas dependentes da rede social. Nove em cada dez pacientes são adolescentes viciados em jogos virtuais .
Um transtorno, uma perturbação, um vicío. As idas diárias, a cada hora ou minuto ou mesmo a cada segundo ao Facebook são encaradas desta forma: obsessão. Em Itália, já há duas clínicas especializadas no tratamento dos utilizadores que não conseguem viver sem aceder à rede social, onde travam amizades, actualizam conteúdos, conhecem o que se passa no mundo e gerem quintas virtuais. Se já existia a denominação «Internet Addiction Disorder», agora o «distúrbio» e o «vício» atacaram o Facebook, avança o jornal espanhol «ABC».
O intuito é avaliar que psicopatologia está associada à dependência do «doente» e pôr em prática um tratamento para «reactivar o seu contacto com a vida e com os demais», explica um comunicado da clínica Agostino Gemeli, em Roma.
«O uso patológico da Internet provoca sintomas físicos muito semelhantes aos que se manifestam nos toxicomaníacos com crises de abstinência», explica o psiquiatra daquele hospital, Federico Tonioni.
O vício ciber-relacional, uma forma de dependência das redes sociais, é um dos cinco tipos de vício tratados naquela clínica italiana. São postos em prática também tratamentos sobre a dependência ciber-sexual (do sexo virtual ou pornografia), do uso compulsivo da Internet, do vício dos downloads (procura compulsiva de informação) e dependência dos computadores, no que diz respeito aos videojogos. De facto, nove em cada dez pacientes tratados são adolescentes viciados em jogos virtuais.
Os sintomas desta «doença não oficial» vão desde o tempo excessivo permanecido na internet, o desleixe para com outras actividades de interesse, ansiedade, depressão ou pensamentos obsessivos; no fundo, a incapacidade de controlar o desejo de navegar na Net e nas redes sociais.
Que consequências? Passar os dias na Internet ou no Facebook pode levar à perda das relações interpessoais, mudanças de humor, perda da percepção temporal e a um certo «fetiche tecnológico», além de problemas em dormir, vista cansada e dor de costas, já que há quem viva a partir das redes sociais, sem sair da cadeira.
Assustador e Preocupante
Fonte: Af ( Agencia Financeira.com)
Hospitais italianos já tratam pessoas dependentes da rede social. Nove em cada dez pacientes são adolescentes viciados em jogos virtuais .
Um transtorno, uma perturbação, um vicío. As idas diárias, a cada hora ou minuto ou mesmo a cada segundo ao Facebook são encaradas desta forma: obsessão. Em Itália, já há duas clínicas especializadas no tratamento dos utilizadores que não conseguem viver sem aceder à rede social, onde travam amizades, actualizam conteúdos, conhecem o que se passa no mundo e gerem quintas virtuais. Se já existia a denominação «Internet Addiction Disorder», agora o «distúrbio» e o «vício» atacaram o Facebook, avança o jornal espanhol «ABC».
O intuito é avaliar que psicopatologia está associada à dependência do «doente» e pôr em prática um tratamento para «reactivar o seu contacto com a vida e com os demais», explica um comunicado da clínica Agostino Gemeli, em Roma.
«O uso patológico da Internet provoca sintomas físicos muito semelhantes aos que se manifestam nos toxicomaníacos com crises de abstinência», explica o psiquiatra daquele hospital, Federico Tonioni.
O vício ciber-relacional, uma forma de dependência das redes sociais, é um dos cinco tipos de vício tratados naquela clínica italiana. São postos em prática também tratamentos sobre a dependência ciber-sexual (do sexo virtual ou pornografia), do uso compulsivo da Internet, do vício dos downloads (procura compulsiva de informação) e dependência dos computadores, no que diz respeito aos videojogos. De facto, nove em cada dez pacientes tratados são adolescentes viciados em jogos virtuais.
Os sintomas desta «doença não oficial» vão desde o tempo excessivo permanecido na internet, o desleixe para com outras actividades de interesse, ansiedade, depressão ou pensamentos obsessivos; no fundo, a incapacidade de controlar o desejo de navegar na Net e nas redes sociais.
Que consequências? Passar os dias na Internet ou no Facebook pode levar à perda das relações interpessoais, mudanças de humor, perda da percepção temporal e a um certo «fetiche tecnológico», além de problemas em dormir, vista cansada e dor de costas, já que há quem viva a partir das redes sociais, sem sair da cadeira.
Assustador e Preocupante
Fonte: Af ( Agencia Financeira.com)
Silva- Membro Efectivo

- Sexo:
Idade: 41
Emprego/lazer: compro tudo feito
Pontos: 1179
Data de inscrição: 04/07/2009
Página 1 de 1
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum












» Portugal não é só Lisboa e Porto
» Gina Marrinhas em OLiveira de Azemeis
» Victor de Sousa e Luisa Amaro
» A mae…
» Ponto de fusão
» A OUTRA MENSAGEM
» QUANTO PODE VALER UMA BANDEIRA?
» Play Zon Pes Cup
» Sessão de Apresentação do livro "O ÚLTIMO IMPÉRIO" de Tiago Moita
» Todos os caminhos vão dar a UL
» PROVA QUALIFICATIVA DE TRAMPOLINS 2012
» Semana da Musica Antiga
» Improvisos com Luiz Avellar e António Vitorino D´Ameida
» MEO XLParty BragaTech 2012
» A Pontualidade da cor
» Apenas serà, uma outra Pàscoa?
» Castelo de Vide - Camerata Lusitana
» Gina Marrinhas em Aveiro
» E tu vais ficar em casa?!
» Luisa Amaro em Concerto
» Luisa Amaro em Lisboa - 8 de Março
» Boas tardes
» Hoje SONHEI.
» Clube Macinhatense - 84º Aniversário