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MUSEU DO VINHO BAIRRADA - Novas exposições
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MUSEU DO VINHO BAIRRADA - Novas exposições

INAUGURAÇÃO DO NOVO NÚCLEO DE EXPOSIÇÕES TEMPORÁRIAS DO MUSEU DO VINHO BAIRRADA EM ANADIA.DIA 29 JE JANEIRO DE 2011 (SÁBADO) PELAS 15:30 EM ANADIA.
ORGANIZAÇÃO CONJUNTA DO MUSEU DO VINHO BAIRRADA, ADEGA COOPERATIVA DE CANTANHEDE, LUÍS PATO WINEGROWER, QUINTA DOS ABIBES E QUINTA DO ORTIGÃO
EXPOSIÇÃO PAULO NEVES- ESCULTURA -
EXPOSIÇÃO PINTURA DE MÁRIO VITÓRIA " ERGUENDO O SANGUE DA TERRA" -
APRESENTAÇÃO DA MAIOR TELA NACIONAL DE TRIBUTO AOS ESPUMANTES NACIONAIS..TELA COM MAIS DE 30M2.
APRESENTAÇÃO DO NOVO LIVRO DA ESCRITORA HELENA OSÓRIO -" VIAGENS PELO MUNDO DE JOSÉ" ---SESSÃO DE AUTÓGRAFOS..
PRESENÇA DOS ARTISTAS PLÁSTICOS NA INAUGURAÇÃO
ESPUMANTE DE HONRA E CATERING BAIRRADA

MClara- Admin
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Idade: 47
Emprego/lazer: Varios
Pontos: 1310
Data de inscrição: 16/03/2010

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Pontos: 1310
Data de inscrição: 16/03/2010
Re: MUSEU DO VINHO BAIRRADA - Novas exposições
Valorosa obra artística de um dos nomes maiores da Escultura Contemporânea Portuguesa.
Nesta exposição, o Artista uma vez mais regista, um natural diálogo entre as obras apresentadas, numa continuidade discursiva que deriva quer das próprias origens da matéria (árvores), quer da própria dimensão e afectuosidade intrínsecas do artista. O que se revelou fonte de segurança para o Homem, não foram os exércitos, nem a resistência de muralhas, mas antes o sentimento de união com algo que está para além de si mesmo, a porta para um mundo desconhecido com o qual se estabelece uma relação. È neste pressuposto que Paulo Neves, integra nas suas obras um verdadeiro tempo cósmico – completa nas suas esculturas os ritmos da Natureza num cosmizar do espaço vesticalizando a consciência.
Paulo Neves, recuperando a dimensão mental da Natureza, resgata e revaloriza a imaginação como órgão da alma, provocando inevitavelmente a reunião de forças separadas. Nas suas Esculturas, o Artista de forma despretensiosa, revela-nos uma lógica integradora de não exclusão, estabelecendo pontes entre opostos, num mundo intermédio entre matéria e o espírito, entre razão e emoção _ um mundo da imaginação criadora e interpretativa. È este espaço de harmonia e Liberdade que destaco na vastidão do seu fruto criativo. Em Paulo Neves, mantém-se viva a Alma Sagrada da matéria, porque ele melhor que ninguém, sabe na perfeição, como se abraça uma Árvore… Dando seguimento e continuidade à prossecução de projectos parceiros entre o Museu do Vinho e os produtores-engarrafadores da Bairrada esta parceria agora assumida com a Adega Cooperativa de Cantanhede, a Adega Luís Pato, a Quinta dos Abibes e a Quinta do Ortigão, enchem-nos de enorme satisfação pois revelam uma forte visão estratégica de um sector que reconhece que a aposta na cultura e no enoturismo são fundamentais para uma maior visibilidade dos vinhos Bairrada.
A Paulo Neves e a todos A todos os que seguem os novos caminhos da Arte, a consagrada obra de Paulo Neves revela fortes motivos de curiosidade, merecendo da nossa visita. O prestígio deste autor foi um dos motes para que o sector vitivinícola da Bairrada viesse a assumir connosco a partilha de responsabilidades na organização deste novo núcleo de exposições temporárias do Museu do Vinho Bairrada. Paulo Neves, expressa nos seus trabalhos uma força incomensurável, suportada por uma inegável originalidade nas linguagens a que recorre e que lhe atribuem especificidade e assinatura distintiva. A Escultura de Paulo Neves, é a expressão mais viva do vanguardismo actual, abre portas à imaginação, disponibilizando Arte que a partir do ponto zero, parte para um conjunto diversificado de interpretações e visões. As suas obras surpreendem, tal como surpreendente é, sua vasta actividade e perfil Humano. As imponentes esculturas aqui apresentadas revelam características inovadoras, sem paralelo na sua singularidade. As suas propostas estéticas, parecem prosseguir uma linguagem cifrada. Como se, em tudo aquilo que cria, pretendesse fixar uma mensagem quer dos tempos em que vivemos quer dos seus antepassados mais remotos: uma herança do visível, um testemunho do poder criativo e potencial do Português, para a posteridade.
Pedro Dias – Museu do Vinho Bairrada
Nesta exposição, o Artista uma vez mais regista, um natural diálogo entre as obras apresentadas, numa continuidade discursiva que deriva quer das próprias origens da matéria (árvores), quer da própria dimensão e afectuosidade intrínsecas do artista. O que se revelou fonte de segurança para o Homem, não foram os exércitos, nem a resistência de muralhas, mas antes o sentimento de união com algo que está para além de si mesmo, a porta para um mundo desconhecido com o qual se estabelece uma relação. È neste pressuposto que Paulo Neves, integra nas suas obras um verdadeiro tempo cósmico – completa nas suas esculturas os ritmos da Natureza num cosmizar do espaço vesticalizando a consciência.
Paulo Neves, recuperando a dimensão mental da Natureza, resgata e revaloriza a imaginação como órgão da alma, provocando inevitavelmente a reunião de forças separadas. Nas suas Esculturas, o Artista de forma despretensiosa, revela-nos uma lógica integradora de não exclusão, estabelecendo pontes entre opostos, num mundo intermédio entre matéria e o espírito, entre razão e emoção _ um mundo da imaginação criadora e interpretativa. È este espaço de harmonia e Liberdade que destaco na vastidão do seu fruto criativo. Em Paulo Neves, mantém-se viva a Alma Sagrada da matéria, porque ele melhor que ninguém, sabe na perfeição, como se abraça uma Árvore… Dando seguimento e continuidade à prossecução de projectos parceiros entre o Museu do Vinho e os produtores-engarrafadores da Bairrada esta parceria agora assumida com a Adega Cooperativa de Cantanhede, a Adega Luís Pato, a Quinta dos Abibes e a Quinta do Ortigão, enchem-nos de enorme satisfação pois revelam uma forte visão estratégica de um sector que reconhece que a aposta na cultura e no enoturismo são fundamentais para uma maior visibilidade dos vinhos Bairrada.
A Paulo Neves e a todos A todos os que seguem os novos caminhos da Arte, a consagrada obra de Paulo Neves revela fortes motivos de curiosidade, merecendo da nossa visita. O prestígio deste autor foi um dos motes para que o sector vitivinícola da Bairrada viesse a assumir connosco a partilha de responsabilidades na organização deste novo núcleo de exposições temporárias do Museu do Vinho Bairrada. Paulo Neves, expressa nos seus trabalhos uma força incomensurável, suportada por uma inegável originalidade nas linguagens a que recorre e que lhe atribuem especificidade e assinatura distintiva. A Escultura de Paulo Neves, é a expressão mais viva do vanguardismo actual, abre portas à imaginação, disponibilizando Arte que a partir do ponto zero, parte para um conjunto diversificado de interpretações e visões. As suas obras surpreendem, tal como surpreendente é, sua vasta actividade e perfil Humano. As imponentes esculturas aqui apresentadas revelam características inovadoras, sem paralelo na sua singularidade. As suas propostas estéticas, parecem prosseguir uma linguagem cifrada. Como se, em tudo aquilo que cria, pretendesse fixar uma mensagem quer dos tempos em que vivemos quer dos seus antepassados mais remotos: uma herança do visível, um testemunho do poder criativo e potencial do Português, para a posteridade.
Pedro Dias – Museu do Vinho Bairrada
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Re: MUSEU DO VINHO BAIRRADA - Novas exposições
MÁRIO VITÓRIA
Este jovem artista plástico concebeu em enorme projecto de tributo ao vinho e aos Espumantes da Bairrada numa exposição de grande dimensão...artista revelador de um conceito pictórica e conceptual onde a metáfora e a sátira surgem retratadas em cenários que evocam o mundo místico e mitológico associado ao precioso néctar.
Este jovem artista plástico concebeu em enorme projecto de tributo ao vinho e aos Espumantes da Bairrada numa exposição de grande dimensão...artista revelador de um conceito pictórica e conceptual onde a metáfora e a sátira surgem retratadas em cenários que evocam o mundo místico e mitológico associado ao precioso néctar.
Mário Vitória apresenta nesta exposição, pela primeira vez, a maior tela portuguesa alusiva à história do Espumante na Bairrada. Trata-se de uma instalação com cerca de 30 m2.
Este artista, é indubitavelmente, um dos pintores Portugueses da actualidade, que melhor nos proporciona narrativas de comunhão cósmica, de obediência às imprevisíveis leis naturais, sem se afastar das alegrias, dos sofrimentos, opressões e distracções da Humanidade.
“Erguendo o Sangue da Terra”, tema da exposição, resgata assim, reminiscências e emoções intrínsecas ao universo mental deste autor, equidistantes com a memória colectiva de uma Bairrada milenar.
Nesta exposição revela-se a Arte verdadeiramente poética, numa miríade de simbolismos revelados e registados numa incorporação permanente ao seu aparelho psíquico, de humor satírico e de forte carga metafórica, que certamente não deixará ninguém indiferente.
Caricatura, contra lógica e sonho, são recursos que Mário Vitória emprega na sua linguagem plástica, contribuindo, deste modo, para uma libertação da existência utilitária de quem contempla sua Obra.
Mário Vitória, subliminarmente, teatraliza e evoca toda uma multidão caricatural, onde deambulam em frenesim festivo e delirante, Ménades, Sátiros e Silenos como se de um cortejo a Diónisos se tratasse. Lugares fantásticos e povoados por criaturas peculiares e antropomórficas, revelam proximidade a uma lógica do absurdo, poetizada e imitada por alusões satíricas, “feitos épicos e heróicos” fora do comum, para deste modo, não se designar pela imitação propriamente dita, mas sim, designar-se de acordo com uma métrica utilizada, bem pessoal.
Realismo Visionário? Realismo Romântico? Realismo Metafórico? O que se queira, desde que, em última análise, se ressalve a forma sublime como este jovem autor celebra a vida, os sentimentos humanos, a realidade transfigurada, o mistério do desconhecido… o sonho.
PAULO NEVES
È uma enorme honra para Anadia poder apresentar no Museu do Vinho Bairrada tão valorosa obra artística de um dos maiores nomes da Escultura Contemporânea Portuguesa.
Paulo Neves expressa nos seus trabalhos uma força incomensurável, suportada por uma inegável originalidade nas linguagens a que recorre e que lhe atribuem especificidade e assinatura distintiva.
A Escultura de Paulo Neves é a expressão mais viva do vanguardismo actual, abrindo as portas à imaginação, disponibilizando Arte que, a partir do ponto zero, parte para um conjunto diversificado de interpretações e visões. As suas obras surpreendem, tal como surpreendente é, sua vasta actividade e perfil Humano.
As imponentes esculturas aqui apresentadas revelam características inovadoras sem paralelo na sua singularidade. As suas propostas estéticas parecem prosseguir uma linguagem cifrada, como se, em tudo aquilo que cria, pretendesse fixar uma mensagem quer dos tempos em que vivemos, quer dos seus antepassados: uma herança do visível, um testemunho do poder criativo e potencial do Português, para a posteridade.
Nesta exposição, o Artista uma vez mais regista, um natural diálogo entre as obras apresentadas, numa continuidade discursiva que deriva quer das próprias origens da matéria (árvores), quer da própria dimensão e afectuosidade intrínsecas do artista.
O que se revelou fonte de segurança para o Homem, não foram os exércitos, nem a resistência de muralhas, mas antes o sentimento de união com algo que está para além de si mesmo, a porta para um mundo desconhecido com o qual se estabelece uma relação. È neste pressuposto que Paulo Neves, integra nas suas obras um verdadeiro tempo cósmico – completa nas suas esculturas os ritmos da Natureza num cosmizar do espaço vesticalizando a consciência.
Paulo Neves, recuperando a dimensão mental da Natureza, resgata e revaloriza a imaginação como órgão da alma, provocando inevitavelmente a reunião de forças separadas. Nas suas Esculturas, o Artista de forma despretensiosa, revela-nos uma lógica integradora de não exclusão, estabelecendo pontes entre opostos, num mundo intermédio entre matéria e o espírito, entre razão e emoção _ um mundo da imaginação criadora e interpretativa. È este espaço de harmonia e Liberdade que destaco na vastidão do seu fruto criativo.
Em Paulo Neves, mantém-se viva a Alma Sagrada da matéria, porque ele melhor que ninguém, sabe na perfeição, como se abraça uma Árvore…
O prestígio deste autor foi um dos motes para que o sector vitivinícola da Bairrada viesse a assumir connosco a partilha de responsabilidades na organização deste novo núcleo de exposições temporárias.
Dando seguimento e continuidade à prossecução de projectos parceiros entre o Museu do Vinho e os produtores-engarrafadores da Bairrada esta parceria agora assumida com a Adega Cooperativa de Cantanhede, a Adega Luís Pato, a Quinta dos Abibes e a Quinta do Ortigão, enchem-nos de enorme satisfação pois revelam uma forte visão estratégica de um sector que reconhece que a aposta na cultura e no enoturismo são fundamentais para uma maior visibilidade dos vinhos Bairrada.
( Fonte : http://www.cm-anadia.pt//index.php?option=com_content&task=view&id=695&Itemid=892
Este artista, é indubitavelmente, um dos pintores Portugueses da actualidade, que melhor nos proporciona narrativas de comunhão cósmica, de obediência às imprevisíveis leis naturais, sem se afastar das alegrias, dos sofrimentos, opressões e distracções da Humanidade.
“Erguendo o Sangue da Terra”, tema da exposição, resgata assim, reminiscências e emoções intrínsecas ao universo mental deste autor, equidistantes com a memória colectiva de uma Bairrada milenar.
Nesta exposição revela-se a Arte verdadeiramente poética, numa miríade de simbolismos revelados e registados numa incorporação permanente ao seu aparelho psíquico, de humor satírico e de forte carga metafórica, que certamente não deixará ninguém indiferente.
Caricatura, contra lógica e sonho, são recursos que Mário Vitória emprega na sua linguagem plástica, contribuindo, deste modo, para uma libertação da existência utilitária de quem contempla sua Obra.
Mário Vitória, subliminarmente, teatraliza e evoca toda uma multidão caricatural, onde deambulam em frenesim festivo e delirante, Ménades, Sátiros e Silenos como se de um cortejo a Diónisos se tratasse. Lugares fantásticos e povoados por criaturas peculiares e antropomórficas, revelam proximidade a uma lógica do absurdo, poetizada e imitada por alusões satíricas, “feitos épicos e heróicos” fora do comum, para deste modo, não se designar pela imitação propriamente dita, mas sim, designar-se de acordo com uma métrica utilizada, bem pessoal.
Realismo Visionário? Realismo Romântico? Realismo Metafórico? O que se queira, desde que, em última análise, se ressalve a forma sublime como este jovem autor celebra a vida, os sentimentos humanos, a realidade transfigurada, o mistério do desconhecido… o sonho.
PAULO NEVESÈ uma enorme honra para Anadia poder apresentar no Museu do Vinho Bairrada tão valorosa obra artística de um dos maiores nomes da Escultura Contemporânea Portuguesa.
Paulo Neves expressa nos seus trabalhos uma força incomensurável, suportada por uma inegável originalidade nas linguagens a que recorre e que lhe atribuem especificidade e assinatura distintiva.
A Escultura de Paulo Neves é a expressão mais viva do vanguardismo actual, abrindo as portas à imaginação, disponibilizando Arte que, a partir do ponto zero, parte para um conjunto diversificado de interpretações e visões. As suas obras surpreendem, tal como surpreendente é, sua vasta actividade e perfil Humano.
As imponentes esculturas aqui apresentadas revelam características inovadoras sem paralelo na sua singularidade. As suas propostas estéticas parecem prosseguir uma linguagem cifrada, como se, em tudo aquilo que cria, pretendesse fixar uma mensagem quer dos tempos em que vivemos, quer dos seus antepassados: uma herança do visível, um testemunho do poder criativo e potencial do Português, para a posteridade.
Nesta exposição, o Artista uma vez mais regista, um natural diálogo entre as obras apresentadas, numa continuidade discursiva que deriva quer das próprias origens da matéria (árvores), quer da própria dimensão e afectuosidade intrínsecas do artista.
O que se revelou fonte de segurança para o Homem, não foram os exércitos, nem a resistência de muralhas, mas antes o sentimento de união com algo que está para além de si mesmo, a porta para um mundo desconhecido com o qual se estabelece uma relação. È neste pressuposto que Paulo Neves, integra nas suas obras um verdadeiro tempo cósmico – completa nas suas esculturas os ritmos da Natureza num cosmizar do espaço vesticalizando a consciência.
Paulo Neves, recuperando a dimensão mental da Natureza, resgata e revaloriza a imaginação como órgão da alma, provocando inevitavelmente a reunião de forças separadas. Nas suas Esculturas, o Artista de forma despretensiosa, revela-nos uma lógica integradora de não exclusão, estabelecendo pontes entre opostos, num mundo intermédio entre matéria e o espírito, entre razão e emoção _ um mundo da imaginação criadora e interpretativa. È este espaço de harmonia e Liberdade que destaco na vastidão do seu fruto criativo.
Em Paulo Neves, mantém-se viva a Alma Sagrada da matéria, porque ele melhor que ninguém, sabe na perfeição, como se abraça uma Árvore…
O prestígio deste autor foi um dos motes para que o sector vitivinícola da Bairrada viesse a assumir connosco a partilha de responsabilidades na organização deste novo núcleo de exposições temporárias.
Dando seguimento e continuidade à prossecução de projectos parceiros entre o Museu do Vinho e os produtores-engarrafadores da Bairrada esta parceria agora assumida com a Adega Cooperativa de Cantanhede, a Adega Luís Pato, a Quinta dos Abibes e a Quinta do Ortigão, enchem-nos de enorme satisfação pois revelam uma forte visão estratégica de um sector que reconhece que a aposta na cultura e no enoturismo são fundamentais para uma maior visibilidade dos vinhos Bairrada.
( Fonte : http://www.cm-anadia.pt//index.php?option=com_content&task=view&id=695&Itemid=892

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