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Choque frontal!
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Choque frontal!
Choque frontal
Descobri que pouco a pouco me afastei da minha vida real e foi preciso um choque frontal para eu despertar.
Nem sei qual a razão que me levou nos últimos anos a refugiar-me, talvez por defesa, ou apenas porque estava a precisar de um tempo para mim própria, para me descobrir como pessoa.
Talvez tenha, até sido apenas deixar de ter pontos de encontro que me motivassem para conviver socialmente, para ser mais activa e interagir com os outros, mas parei de procurar os meus amigos de infância, algo mudou na minha vida nos últimos anos.
Desconheço as razões, mas a verdade é que por vezes é preciso um choque frontal para nos apercebermos que as pessoas, mais concretamente os nossos amigos podem nem sempre estar lá no local onde os deixamos da última vez.
Habituamo-nos de certa forma a ter as pessoas como certas, pensamos que são imortais, que ninguém parte assim de repente, que vamos ter o nosso tempo para nos despedirmos delas e nem sempre é assim.
Hoje, perguntei a alguém por um amigo, disseram-me, partiu…….. e foi em Abril!
Não soube, não me disseram, não vi os anúncios no jornal e por isso, fiquei calada, as lágrimas deslizaram pela minha face e olhei para aquela mulher a quem a Vida levou o marido e um filho que era meu amigo de infância.
Afinal o que se pode dizer a uma mãe que perde um filho?
Existiram porventura palavras de consolo?
Creio que não, eu pelo menos não as tive.
Deixei-a falar enquanto recordava todos os bons momentos da minha infância e adolescência que tive com ele, desejei internamente que ele estivesse num bom lugar, se é que existe vida além da morte física, porque eu ainda em vou questionando se existe ou não.
Pensei, não me despedi, onde eu estava nessa altura? Não sei.
Senti como a vida é tão efémera, que não somos imortais e de alguma forma estamos mais egocêntricos, envolvidos no acumular de riquezas materiais, ou procuramos talvez, apenas sobreviver dia a dia, numa azáfama de um acumular de responsabilidades que temos que cumprir a toda a força e sempre algo fica para trás.
Um choque frontal destes faz-nos pensar, pelo menos a mim fez-me parar para reflectir
Já “perdi” muitos amigos de infância nos últimos anos, por variados motivos, mas também constatei que deixei de ser uma amiga presente nas suas vidas e por minha culpa.
Hoje, fiquei com a sensação que de alguma forma deixei de viver a minha própria vida para viver a vida de outros, que cavei fossos, que se estabeleceram distâncias que não deviam existir, porque o que somos hoje, contém em si o passado e nesse tempo estão os nossos amigos de infância e adolescência com quem partilhamos sonhos, esperanças, desejos e será que sabemos por onde eles andam?
Não apanhem um choque frontal, porque acreditem que dói, afinal de contas os amigos novos, é bom tê-los, mas os amigos “velhos”, também são nossos e possivelmente algo lhes devemos também.
Ser um amigo presente, afinal é diferente de.. apenas se ser, ou dizer que se é …. Amigo!
Descobri que pouco a pouco me afastei da minha vida real e foi preciso um choque frontal para eu despertar.
Nem sei qual a razão que me levou nos últimos anos a refugiar-me, talvez por defesa, ou apenas porque estava a precisar de um tempo para mim própria, para me descobrir como pessoa.
Talvez tenha, até sido apenas deixar de ter pontos de encontro que me motivassem para conviver socialmente, para ser mais activa e interagir com os outros, mas parei de procurar os meus amigos de infância, algo mudou na minha vida nos últimos anos.
Desconheço as razões, mas a verdade é que por vezes é preciso um choque frontal para nos apercebermos que as pessoas, mais concretamente os nossos amigos podem nem sempre estar lá no local onde os deixamos da última vez.
Habituamo-nos de certa forma a ter as pessoas como certas, pensamos que são imortais, que ninguém parte assim de repente, que vamos ter o nosso tempo para nos despedirmos delas e nem sempre é assim.
Hoje, perguntei a alguém por um amigo, disseram-me, partiu…….. e foi em Abril!
Não soube, não me disseram, não vi os anúncios no jornal e por isso, fiquei calada, as lágrimas deslizaram pela minha face e olhei para aquela mulher a quem a Vida levou o marido e um filho que era meu amigo de infância.
Afinal o que se pode dizer a uma mãe que perde um filho?
Existiram porventura palavras de consolo?
Creio que não, eu pelo menos não as tive.
Deixei-a falar enquanto recordava todos os bons momentos da minha infância e adolescência que tive com ele, desejei internamente que ele estivesse num bom lugar, se é que existe vida além da morte física, porque eu ainda em vou questionando se existe ou não.
Pensei, não me despedi, onde eu estava nessa altura? Não sei.
Senti como a vida é tão efémera, que não somos imortais e de alguma forma estamos mais egocêntricos, envolvidos no acumular de riquezas materiais, ou procuramos talvez, apenas sobreviver dia a dia, numa azáfama de um acumular de responsabilidades que temos que cumprir a toda a força e sempre algo fica para trás.
Um choque frontal destes faz-nos pensar, pelo menos a mim fez-me parar para reflectir
Já “perdi” muitos amigos de infância nos últimos anos, por variados motivos, mas também constatei que deixei de ser uma amiga presente nas suas vidas e por minha culpa.
Hoje, fiquei com a sensação que de alguma forma deixei de viver a minha própria vida para viver a vida de outros, que cavei fossos, que se estabeleceram distâncias que não deviam existir, porque o que somos hoje, contém em si o passado e nesse tempo estão os nossos amigos de infância e adolescência com quem partilhamos sonhos, esperanças, desejos e será que sabemos por onde eles andam?
Não apanhem um choque frontal, porque acreditem que dói, afinal de contas os amigos novos, é bom tê-los, mas os amigos “velhos”, também são nossos e possivelmente algo lhes devemos também.
Ser um amigo presente, afinal é diferente de.. apenas se ser, ou dizer que se é …. Amigo!

MClara- Admin
- Sexo:
Idade: 47
Emprego/lazer: Varios
Pontos: 1306
Data de inscrição: 16/03/2010
Re: Choque frontal!
A forma como tu padronizas, em ti e para ti, pelo menos ultimamente, o conceito de Amizade, tem contornos algo desviantes, e talvez pouco salutares, Maria.
Levas o exercicio teórico da amizade a um patamar tal que se confunde com uma profissão de fé. Para seres coerente com o que expressas, deverias despir-te de tudo o que é teu, e fazer-te 'Madre Teresa' de todos os amigos passados, presentes e futuros.
De facto, a vida é assim, inexorávelmente cruel, á medida que nos acumula anos nas pernas, e experiências na vida. E assim, e de forma natural, os amigos de ontem podem não ser os de hoje, e os de hoje podem não ser os de amanhã. Haverá alguns que poderão perdurar toda uma vida. Presentes, ou ...ausentes. Ou seja, se por conveniencias do destino os teus amigos de infância ficarem toda a vida ao pé da tua porta, é muito mais fácil que eles durem até á tua velhice. Mas para isso é preciso que tu, e eles, não saiam do sitio, ou andem sempre 'atrelados' ao longo de toda uma existencia, o que, convenhamos, é muito dificil acontecer. E assim, os grandes amigos...separam-se.
E depois vêem-se menos, falam-se menos, perdem pontos de união no presente, afastam-se nos seus caminhos e nos objectivos e interesses enquanto seres humanos, e ficam apenas ligados pelas memórias do passado, o que na vasta maioria das vezes é manifestamente pouco, até que, por fim... perdem-se mutuamente, porque outros interesses, e amigos já surgiram no presente, preenchendo cada nova fase das suas vidas, e este ciclo repete-se, porque ... sim. Porque é assim mesmo. Sem culpas. Sem remorsos, na vasta maioria das vezes.
Depois, provavelmente reencontramos alguns desses velhos amigos, fazemos uma festa, resumimos as nossas vidas em minutos, e percebemos rapidamente que temos um vazio entre nós que só será preenchivel com coisas do genero "epá, e ainda te lembras do que fizemos...". E no final, o mais provável é fecharmos isto com um "tchau, pá! Adorei ver-te, e temos que combinar qualquer coisa, hmmm?" - que é sempre a melhor maneira de dizer "até qualquer dia, que até pode ser nunca mais".
Ah, e agora dizes tu "mas isso não é amizade!". Não é, mas foi! E enquanto foi, foi boa e intensa e deixou boas recordações. E se tiveres nostalgia desses tempos, e daqueles que nunca mais viste, podes sempre cantar a cantiga do António Sala "Onde estão os meus velhos amigos, onde estão o que é feito de vós?".
Amizades intensas, para uma vida inteira, de plena comunhão e confiança são coisas extraordinárias de preciosas e muito raras, mas esse tipo de amizades tambem nada tem a ver com o que advogas para a imagem do amigo ideal. Uma amizade séria quer-se inteligente, atenta, critica.
Um amigo está lá para dizer 'sim', dar o abraço, o apoio, o sorriso e os parabens, mas tambem está para dizer 'não', dar o puxão de orelhas, exercer o contraditório, mostrar outro caminho, criticar o que julga não estar correcto, e no limite, deixar de ser meu amigo se os nossos caminhos divergirem até se tornarem inconciliáveis.
O meu cão é que está sempre aqui ao lado, que não indaga, que não questiona, que não julga, que aceita tudo de mim tal como eu sou, e me vem lamber a mão depois de eu lhe dar um sopapo. Pessoalmente, não dou valor a amizades deste tipo, que não envolvem um boa dose de respeito mutuo.
Eu tambem tenho os meus acessos de melancolia. Tambem lamento os amigos que perdi, que eram meus, os da minha juventude, e que boas recordações guardo do que passámos juntos. Gostaria de poder apagar o que nos afastou, mas sei que é muito dificil, talvez impossivel. Mas guardo isso na gaveta dos desgostos, e só me permito entreabri-la de longe em longe, e sempre sem remorsos, apenas... saudade e sempre que possivel, as boas recordações.
Este amigo que te deixou em Abril, e que levou a esta sessão de autoflagelamento, muito provávelmente tambem te teria encontrado, se quisesse. Tu não o procuraste, mas ... e ele? Procurou?
Segue a tua vida, Maria. Vive o mais intensamente que puderes as tuas amizades do presente, e usa as boas memórias das do passado como fonte de inspiração para as que ainda farás no futuro.
Levas o exercicio teórico da amizade a um patamar tal que se confunde com uma profissão de fé. Para seres coerente com o que expressas, deverias despir-te de tudo o que é teu, e fazer-te 'Madre Teresa' de todos os amigos passados, presentes e futuros.
De facto, a vida é assim, inexorávelmente cruel, á medida que nos acumula anos nas pernas, e experiências na vida. E assim, e de forma natural, os amigos de ontem podem não ser os de hoje, e os de hoje podem não ser os de amanhã. Haverá alguns que poderão perdurar toda uma vida. Presentes, ou ...ausentes. Ou seja, se por conveniencias do destino os teus amigos de infância ficarem toda a vida ao pé da tua porta, é muito mais fácil que eles durem até á tua velhice. Mas para isso é preciso que tu, e eles, não saiam do sitio, ou andem sempre 'atrelados' ao longo de toda uma existencia, o que, convenhamos, é muito dificil acontecer. E assim, os grandes amigos...separam-se.
E depois vêem-se menos, falam-se menos, perdem pontos de união no presente, afastam-se nos seus caminhos e nos objectivos e interesses enquanto seres humanos, e ficam apenas ligados pelas memórias do passado, o que na vasta maioria das vezes é manifestamente pouco, até que, por fim... perdem-se mutuamente, porque outros interesses, e amigos já surgiram no presente, preenchendo cada nova fase das suas vidas, e este ciclo repete-se, porque ... sim. Porque é assim mesmo. Sem culpas. Sem remorsos, na vasta maioria das vezes.
Depois, provavelmente reencontramos alguns desses velhos amigos, fazemos uma festa, resumimos as nossas vidas em minutos, e percebemos rapidamente que temos um vazio entre nós que só será preenchivel com coisas do genero "epá, e ainda te lembras do que fizemos...". E no final, o mais provável é fecharmos isto com um "tchau, pá! Adorei ver-te, e temos que combinar qualquer coisa, hmmm?" - que é sempre a melhor maneira de dizer "até qualquer dia, que até pode ser nunca mais".
Ah, e agora dizes tu "mas isso não é amizade!". Não é, mas foi! E enquanto foi, foi boa e intensa e deixou boas recordações. E se tiveres nostalgia desses tempos, e daqueles que nunca mais viste, podes sempre cantar a cantiga do António Sala "Onde estão os meus velhos amigos, onde estão o que é feito de vós?".
Amizades intensas, para uma vida inteira, de plena comunhão e confiança são coisas extraordinárias de preciosas e muito raras, mas esse tipo de amizades tambem nada tem a ver com o que advogas para a imagem do amigo ideal. Uma amizade séria quer-se inteligente, atenta, critica.
Um amigo está lá para dizer 'sim', dar o abraço, o apoio, o sorriso e os parabens, mas tambem está para dizer 'não', dar o puxão de orelhas, exercer o contraditório, mostrar outro caminho, criticar o que julga não estar correcto, e no limite, deixar de ser meu amigo se os nossos caminhos divergirem até se tornarem inconciliáveis.
O meu cão é que está sempre aqui ao lado, que não indaga, que não questiona, que não julga, que aceita tudo de mim tal como eu sou, e me vem lamber a mão depois de eu lhe dar um sopapo. Pessoalmente, não dou valor a amizades deste tipo, que não envolvem um boa dose de respeito mutuo.
Eu tambem tenho os meus acessos de melancolia. Tambem lamento os amigos que perdi, que eram meus, os da minha juventude, e que boas recordações guardo do que passámos juntos. Gostaria de poder apagar o que nos afastou, mas sei que é muito dificil, talvez impossivel. Mas guardo isso na gaveta dos desgostos, e só me permito entreabri-la de longe em longe, e sempre sem remorsos, apenas... saudade e sempre que possivel, as boas recordações.
Este amigo que te deixou em Abril, e que levou a esta sessão de autoflagelamento, muito provávelmente tambem te teria encontrado, se quisesse. Tu não o procuraste, mas ... e ele? Procurou?
Segue a tua vida, Maria. Vive o mais intensamente que puderes as tuas amizades do presente, e usa as boas memórias das do passado como fonte de inspiração para as que ainda farás no futuro.

Jotace- Membro V.I.P.

- Sexo:
Idade: 44
Pontos: 2081
Data de inscrição: 25/11/2008
Re: Choque frontal!
Obrigado Jotace, és sempre impecavel no teu apoio.
Que seria de mim sem as tuas palavras carinhosas ..
Que seria de mim sem as tuas palavras carinhosas ..

MClara- Admin
- Sexo:
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Emprego/lazer: Varios
Pontos: 1306
Data de inscrição: 16/03/2010
Re: Choque frontal!
De nada, cara amiga, de nada...
Sabes que estou por aqui, quando fôr preciso dar-te nas orelhas, tambem.
É que desta vez estrebuchaste pouco. Qual pouco? Nada! E esta resposta ainda me deu algum trabalho a escrever, e me consumiu umas quantas calorias! Mas aposto que não passou das 4 estrelas. Faltaram-lhe os bonecos, não foi?
E quanto ao cantico benfiquista ... escolheste um timing do caraças.
3 seguidas já levámos! Vamos á quarta?
Beijinhos, Maria! Vieste agora de férias, rapariga! Anima-te, que é para isso que as férias servem!
Sabes que estou por aqui, quando fôr preciso dar-te nas orelhas, tambem.
E quanto ao cantico benfiquista ... escolheste um timing do caraças.
Beijinhos, Maria! Vieste agora de férias, rapariga! Anima-te, que é para isso que as férias servem!

Jotace- Membro V.I.P.

- Sexo:
Idade: 44
Pontos: 2081
Data de inscrição: 25/11/2008
Re: Choque frontal!
Maria,
Lamento a perda.
Mas na nossa memoria os amigos vivem sempre. Independentemente de onde estão, cá, lá, proximos ou longe, eles permanecem.
É por isso que temos que aproveitar o bom que têm enquanto estão connosco. Se se forem, por opção, por divergencia, porque a vida nos afasta, porque a morte os leva... é a vida! feita de perdas e achados, dores e alegrias!
bjinhos
Lamento a perda.
Mas na nossa memoria os amigos vivem sempre. Independentemente de onde estão, cá, lá, proximos ou longe, eles permanecem.
É por isso que temos que aproveitar o bom que têm enquanto estão connosco. Se se forem, por opção, por divergencia, porque a vida nos afasta, porque a morte os leva... é a vida! feita de perdas e achados, dores e alegrias!
bjinhos
Kris- Visitante

- Sexo:
Idade: 40
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Pontos: 732
Data de inscrição: 08/06/2010
Re: Choque frontal!
Obrigado Kris, mudar de terra para estudar, mudar de terra para trabalhar, ter dois empregos ao mesmo tempo, viver noutra terra, regressar á terra, não ajuda nada a manter-se as amizades que se criaram na adolescencia e infância.
Casar, divorciar, voltar a casar, são demasiadas mudanças na vida de uma pessoa só.
Os meus amigos seguiram percursos de vida diferentes, a muitos perdi o contacto, outros, mantenho ocasionalmente, "o tal olá, já á muito que nao te via o que tens feito".
Mesmo assim, custa saber que alguem deles faleceu, e novo, desculpem se sou sensivel, o bastante para escrever que me afectou e fez pensar, ou repensar, que possivelmente eu devia voltar a conviver mais na minha terra.
Talvez eu tenha é feito mal em escrever aqui sobre isso, e me "expor".
Casar, divorciar, voltar a casar, são demasiadas mudanças na vida de uma pessoa só.
Os meus amigos seguiram percursos de vida diferentes, a muitos perdi o contacto, outros, mantenho ocasionalmente, "o tal olá, já á muito que nao te via o que tens feito".
Mesmo assim, custa saber que alguem deles faleceu, e novo, desculpem se sou sensivel, o bastante para escrever que me afectou e fez pensar, ou repensar, que possivelmente eu devia voltar a conviver mais na minha terra.
Talvez eu tenha é feito mal em escrever aqui sobre isso, e me "expor".

MClara- Admin
- Sexo:
Idade: 47
Emprego/lazer: Varios
Pontos: 1306
Data de inscrição: 16/03/2010
Re: Choque frontal!
pois isso não ajuda, é facto...
mas tb. não é desculpa... eu tenho alguns amigos "perdidos" a 15 minutos de viagem...
além disso as amizades podem ser intensas sem serem de presença diária, e o inverso também.
tal como as plantas,precisam de ser regadas, podadas e fertilizadas... mas nos dois sentidos... é uma partilha! senão torna-se volutariado social
mas tb. não é desculpa... eu tenho alguns amigos "perdidos" a 15 minutos de viagem...
além disso as amizades podem ser intensas sem serem de presença diária, e o inverso também.
tal como as plantas,precisam de ser regadas, podadas e fertilizadas... mas nos dois sentidos... é uma partilha! senão torna-se volutariado social
Kris- Visitante

- Sexo:
Idade: 40
Emprego/lazer: ...
Pontos: 732
Data de inscrição: 08/06/2010
Re: Choque frontal!
Maria,
O Jotacê diz e muito bem que nao tens que te auto-punir por essa falha humana.
Estou de acordo com o JC quando ele pergunta se o teu amigo nao podia ter procurado por ti também?!
Não te culpes nem te punas por uma falha que todos de uma forma ou de outra cometemos... a amizade nao é duradoura, aliás, nenhum dos sentimentos humanos é! portanto segue em frente e TENTA MUDAR, isto é, RETOMAR AS TUAS AMIZADES, se achares qeu é isso que deves fazer, mas nao o faças nem por obrigação nem por culpa, fá-lo apenas POR QUERERES E SENTIRES QUE É ISSO QUE QUERES!
bjs
fica bem
O Jotacê diz e muito bem que nao tens que te auto-punir por essa falha humana.
Estou de acordo com o JC quando ele pergunta se o teu amigo nao podia ter procurado por ti também?!
Não te culpes nem te punas por uma falha que todos de uma forma ou de outra cometemos... a amizade nao é duradoura, aliás, nenhum dos sentimentos humanos é! portanto segue em frente e TENTA MUDAR, isto é, RETOMAR AS TUAS AMIZADES, se achares qeu é isso que deves fazer, mas nao o faças nem por obrigação nem por culpa, fá-lo apenas POR QUERERES E SENTIRES QUE É ISSO QUE QUERES!
bjs
fica bem

Liberdade- Visitante

- Sexo:
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Emprego/lazer: Administrativo
Pontos: 1836
Data de inscrição: 17/05/2009
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