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Mulher
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Mulher
Para ti
Mulher!
Penso, mais uma vez o que é Ser Mulher e fico triste, Os Tempos mudaram e perdeu-se numa azafama de chegar a lado nenhum a nossa feminilidade.
Já não me sinto tanto Mulher no verdadeiro sentido do que esse conceito devia ser, fui-o perdendo ao longo dos anos com as exigências do dia a dia que deixaram de me dar espaço para ser Mulher.
Perdi algo, o que ganhei nada vale, sou mais um Ser Humano apenas com distinções físicas de outros Seres. Esqueci-me do que representa ser Mulher, Fazem-me esquece-lo todos os dias, quando me exigem que seja independente economicamente, quando me privam de ser Mãe quando o queria ser, quando me privam de construir um Lar. Um Ninho para os meus.
Hoje não posso ficar a dar Calor ás minhas Crias, tenho que partir todos os dias á procura de Alimento, de bens materiais e deixei de ser Mulher.
Já não sou o Porto de Chegada, sou um Ser ausente de afectos, sem Tempo para Ser Mulher.
Hoje dizem que é o meu dia, com pompa e circunstância chamaram-lhe dia Internacional da Mulher, para seremos homenageadas nas nossas Carreiras profissionais, nos nossos contributos para o Social , para o Colectivo e nem deram conta que ser Mulher não é nada disso.
È muito mais que um colectivo, é a trave mestra de uma Sociedade que deveria começar numa “casa” chamada família.
Mulher!
Penso, mais uma vez o que é Ser Mulher e fico triste, Os Tempos mudaram e perdeu-se numa azafama de chegar a lado nenhum a nossa feminilidade.
Já não me sinto tanto Mulher no verdadeiro sentido do que esse conceito devia ser, fui-o perdendo ao longo dos anos com as exigências do dia a dia que deixaram de me dar espaço para ser Mulher.
Perdi algo, o que ganhei nada vale, sou mais um Ser Humano apenas com distinções físicas de outros Seres. Esqueci-me do que representa ser Mulher, Fazem-me esquece-lo todos os dias, quando me exigem que seja independente economicamente, quando me privam de ser Mãe quando o queria ser, quando me privam de construir um Lar. Um Ninho para os meus.
Hoje não posso ficar a dar Calor ás minhas Crias, tenho que partir todos os dias á procura de Alimento, de bens materiais e deixei de ser Mulher.
Já não sou o Porto de Chegada, sou um Ser ausente de afectos, sem Tempo para Ser Mulher.
Hoje dizem que é o meu dia, com pompa e circunstância chamaram-lhe dia Internacional da Mulher, para seremos homenageadas nas nossas Carreiras profissionais, nos nossos contributos para o Social , para o Colectivo e nem deram conta que ser Mulher não é nada disso.
È muito mais que um colectivo, é a trave mestra de uma Sociedade que deveria começar numa “casa” chamada família.

MClara- Convidado
GRAM -Grupo de Acção de Mulheres (SBN)
DIA INTERNACIONAL DA MULHER – 8 DE MARÇO
Em 1985 a Organização das Nações Unidas instituiu o dia 8 de Março como o Dia Internacional da Mulher, para homenagear as mulheres que lutaram e ainda lutam pelos seus direitos.
Nesta data é recordado, em particular, o acontecimento ocorrido em Nova York, no dia 25 de Março de 1911, onde 146 trabalhadoras perderam a vida, numa fábrica têxtil, consumida pelas chamas, devido às más condições de trabalho.
Mas não só, também o protesto realizado em Nova York, a 8 de Março de 1857, por inúmeras mulheres que se uniram em prol de melhores condições de trabalho – redução da carga horária e salário justo - , foi dos primeiros eventos a causar impacto na sociedade, devido a terem tido como resposta à sua reivindicação, a tortura e a morte.
Em especial, na área têxtil, as mulheres eram submetidas a um sistema desumano de trabalho, com longas jornadas diárias espancamentos e ameaças sexuais e, dessa forma, o movimento operário reagiu à exploração desenfreada, organizando protestos de vária índole. Entre as reivindicações, o fim do emprego infantil, a remuneração adequada e a igualdade do género que nunca era bem vista, pois o ordenado da mulher era tão-sómente um valor complementar ao ordenado do marido ou pai.
Neste contexto, surgiram em vários países e, em particular, nos Estados Unidos e na Rússia, várias mobilizações sindicais que fortaleceram a posição da mulher na sociedade, mudando drasticamente a forma de ver a mulher, que passou a ser a líder, a executiva e não só a dona de casa e a Mãe.
Princípio da Igualdade
“Ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão da ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual,”
Artigo13º Constituição República Portuguesa
Actualidade
Ultimamente, a figura feminina tem vindo a conseguir obter novas posições, transpondo obstáculos e rompendo velhos conceitos. A mulher deixou de ser aquela figura mitológica, heroína de fábulas e contos onde as emoções efervesciam ao seu redor. Actualmente, todo esse encantamento feminino está desvanecido na lembrança de épocas anteriores.
Hoje, ele vem aliado a uma posição real diante das suas expectativas de vida. Não deixando de ser feminina, a mulher tem vindo a declarar o seu senso de capacidade, sem necessariamente destruir os seus dotes naturais. Temos obtido grandes êxitos nas mais diferentes áreas e ocupações, já que as amarras que impediam a acção da mulher, de forma livre e directa, estão a cair por terra. Aquela contemplação passiva das gerações anteriores, não valorizava integralmente a figura feminina relativamente na sociedade.
O valor da mulher é deveras abrangente, não se resumindo apenas ao facto de ser ela a precursora da família. Envolve todos os anseios e aspirações do ser humano alcançar um ideal, faz parte da sua evolução interior, sem desfazer daquele elo de magia que envolve a sua personalidade. A igualdade tem vindo a ser conquistada, para que a mulher possa caminhar lado a lado com o homem, para um futuro promissor. Portanto, o Dia Internacional da Mulher é um marco na história contemporânea que, embora reafirme todas as metas alcançadas pelas mulheres até hoje, deve ser continuamente lembrado, numa luta constante pela igualdade de oportunidades entre homens e mulheres de todo mundo.
Em 1985 a Organização das Nações Unidas instituiu o dia 8 de Março como o Dia Internacional da Mulher, para homenagear as mulheres que lutaram e ainda lutam pelos seus direitos.
Nesta data é recordado, em particular, o acontecimento ocorrido em Nova York, no dia 25 de Março de 1911, onde 146 trabalhadoras perderam a vida, numa fábrica têxtil, consumida pelas chamas, devido às más condições de trabalho.
Mas não só, também o protesto realizado em Nova York, a 8 de Março de 1857, por inúmeras mulheres que se uniram em prol de melhores condições de trabalho – redução da carga horária e salário justo - , foi dos primeiros eventos a causar impacto na sociedade, devido a terem tido como resposta à sua reivindicação, a tortura e a morte.
Em especial, na área têxtil, as mulheres eram submetidas a um sistema desumano de trabalho, com longas jornadas diárias espancamentos e ameaças sexuais e, dessa forma, o movimento operário reagiu à exploração desenfreada, organizando protestos de vária índole. Entre as reivindicações, o fim do emprego infantil, a remuneração adequada e a igualdade do género que nunca era bem vista, pois o ordenado da mulher era tão-sómente um valor complementar ao ordenado do marido ou pai.
Neste contexto, surgiram em vários países e, em particular, nos Estados Unidos e na Rússia, várias mobilizações sindicais que fortaleceram a posição da mulher na sociedade, mudando drasticamente a forma de ver a mulher, que passou a ser a líder, a executiva e não só a dona de casa e a Mãe.
Princípio da Igualdade
“Ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão da ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual,”
Artigo13º Constituição República Portuguesa
Actualidade
Ultimamente, a figura feminina tem vindo a conseguir obter novas posições, transpondo obstáculos e rompendo velhos conceitos. A mulher deixou de ser aquela figura mitológica, heroína de fábulas e contos onde as emoções efervesciam ao seu redor. Actualmente, todo esse encantamento feminino está desvanecido na lembrança de épocas anteriores.
Hoje, ele vem aliado a uma posição real diante das suas expectativas de vida. Não deixando de ser feminina, a mulher tem vindo a declarar o seu senso de capacidade, sem necessariamente destruir os seus dotes naturais. Temos obtido grandes êxitos nas mais diferentes áreas e ocupações, já que as amarras que impediam a acção da mulher, de forma livre e directa, estão a cair por terra. Aquela contemplação passiva das gerações anteriores, não valorizava integralmente a figura feminina relativamente na sociedade.
O valor da mulher é deveras abrangente, não se resumindo apenas ao facto de ser ela a precursora da família. Envolve todos os anseios e aspirações do ser humano alcançar um ideal, faz parte da sua evolução interior, sem desfazer daquele elo de magia que envolve a sua personalidade. A igualdade tem vindo a ser conquistada, para que a mulher possa caminhar lado a lado com o homem, para um futuro promissor. Portanto, o Dia Internacional da Mulher é um marco na história contemporânea que, embora reafirme todas as metas alcançadas pelas mulheres até hoje, deve ser continuamente lembrado, numa luta constante pela igualdade de oportunidades entre homens e mulheres de todo mundo.
Silva- Membro Efectivo

- Sexo:
Idade: 41
Emprego/lazer: compro tudo feito
Pontos: 1179
Data de inscrição: 04/07/2009
Re: Mulher
O que é o GRAM?
Apesar de o GRAM existir há vários anos, acreditamos que algumas associadas não conhecem ainda o papel que estatuariamente lhe está atribuído.
O grupo de Acção de Mulheres é constituido por todas as bancárias associadas do Sindicato dos Bancários do Norte e coordenado por um secretariado de cinco elementos, estatutariamente nomeado pela Direcção do SBN no início de cada mandato, que exerce funções consultivas e de apoio à mesma, nomeadamente no que respeita à execução da política relacionada com a contratação colectiva e outros assuntos específicos direccionados para as mulheres bancárias.
Para além disso, o GRAM está especialmente vocacionado para apoiar as colegas nas vertentes laboral, social e cultural e em tudo o que lhes diga respeito ou necessitem.
....
Se é Bancária, pode dar sugestões que, de alguma forma, possam contribuir para ajudar e valorizar ainda mais o papel da mulher bancária na sociedade e no mundo do trabalho, encontra-se á disposição de todas as associadas do SBN, o email - gram@sbn.pt, usem-no!
Apesar de o GRAM existir há vários anos, acreditamos que algumas associadas não conhecem ainda o papel que estatuariamente lhe está atribuído.
O grupo de Acção de Mulheres é constituido por todas as bancárias associadas do Sindicato dos Bancários do Norte e coordenado por um secretariado de cinco elementos, estatutariamente nomeado pela Direcção do SBN no início de cada mandato, que exerce funções consultivas e de apoio à mesma, nomeadamente no que respeita à execução da política relacionada com a contratação colectiva e outros assuntos específicos direccionados para as mulheres bancárias.
Para além disso, o GRAM está especialmente vocacionado para apoiar as colegas nas vertentes laboral, social e cultural e em tudo o que lhes diga respeito ou necessitem.
....
Se é Bancária, pode dar sugestões que, de alguma forma, possam contribuir para ajudar e valorizar ainda mais o papel da mulher bancária na sociedade e no mundo do trabalho, encontra-se á disposição de todas as associadas do SBN, o email - gram@sbn.pt, usem-no!

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