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Bem Haja e Maldito seja
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Bem Haja e Maldito seja
Mal haja quem guerra faz
Quem mata maldito seja
Bendito quem fôr capaz
De pôr fim a tal peleja
Mal haja quem às crianças
Rouba o carinho e o pão
Quem lhes mata a fé e a esperança
E faz a desunião
Quem maltrata o pai e a mãe
Maldito seja na Terra
Mal haja aquele que só tem
Cruéis instintos de fera
Maldito aquele que semeia
Só ventos e tempestades
Bendito aquele que ateia
Nos corações amizades
Bendito o trabalhador
Que a trabalhar ganha o pão
Maldito aquele que o suor
Lhe rouba sem compaixão
Maldita aquela que odeia
Mal haja aquele que não ama
Devia estar na cadeia
Quem só desonra e difama
Mal hajam os cientistas
Que inventam armas de guerra
Benditos os ambientalistas
Que lutam salvando a Terra
Maldito seja o avarento
Que não reparte a riqueza
Mal haja quem na pobreza
Não vê tanto sofrimento
Bendito seja quem sonha
Com um mundo mais fraterno
Maldito quem sem vergonha
O transforma num inferno
Mal haja o Xenofobista
A quem não dou meu perdão
Maldito quem é racista
E não ama o seu irmão
Vós que governais nações
E prometeis mundos novos
Malditos sejais se aos povos
Só lhes trazeis privações
Benditos os benfeitores
Que na clandestinidade
Partilham a paz e o amor
E os bens em caridade
Mal haja quem por vingança
É delator e vilão
Bendito aquele que alcança
Pela humildade e perdão
Maldito seja quem fôr
Tão mau, que não é bendito
Bendito seja o amor
Que regenera o maldito
Chula d’Águeda
Quem mata maldito seja
Bendito quem fôr capaz
De pôr fim a tal peleja
Mal haja quem às crianças
Rouba o carinho e o pão
Quem lhes mata a fé e a esperança
E faz a desunião
Quem maltrata o pai e a mãe
Maldito seja na Terra
Mal haja aquele que só tem
Cruéis instintos de fera
Maldito aquele que semeia
Só ventos e tempestades
Bendito aquele que ateia
Nos corações amizades
Bendito o trabalhador
Que a trabalhar ganha o pão
Maldito aquele que o suor
Lhe rouba sem compaixão
Maldita aquela que odeia
Mal haja aquele que não ama
Devia estar na cadeia
Quem só desonra e difama
Mal hajam os cientistas
Que inventam armas de guerra
Benditos os ambientalistas
Que lutam salvando a Terra
Maldito seja o avarento
Que não reparte a riqueza
Mal haja quem na pobreza
Não vê tanto sofrimento
Bendito seja quem sonha
Com um mundo mais fraterno
Maldito quem sem vergonha
O transforma num inferno
Mal haja o Xenofobista
A quem não dou meu perdão
Maldito quem é racista
E não ama o seu irmão
Vós que governais nações
E prometeis mundos novos
Malditos sejais se aos povos
Só lhes trazeis privações
Benditos os benfeitores
Que na clandestinidade
Partilham a paz e o amor
E os bens em caridade
Mal haja quem por vingança
É delator e vilão
Bendito aquele que alcança
Pela humildade e perdão
Maldito seja quem fôr
Tão mau, que não é bendito
Bendito seja o amor
Que regenera o maldito
Chula d’Águeda
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