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hábitos sexuais em Seg Fev 22, 2010 1:39 am
Isabelita
Membro Efectivo

Os divorciados tentem a ter mais relações sexuais do que os solteiros ou casados, de acordo com um estudo realizado na Grã-Bretanha.
Os números são esclarecedores: 11% dos divorciados têm relações sexuais mais de 21 vezes por mês, quase o dobro dos casados, que fazem sexo, em média, nove vezes por mês.
O estudo sobre hábitos sexuais, encomendado pelo jornal «The Sunday Telegraph», foi realizado através da Internet e inquiriu mais de 1,8 mil pessoas, de acordo com o site da BBC Brasil.
A influência do stres
Além do estado civil, o stress no trabalho e no ambiente familiar tem também influência na vida sexual. O estudo revela que alguns reformados têm duas vezes mais relações sexuais do que as pessoas mais novas que trabalham.
A pesquisa indica que 29% dos reformados fazem sexo mais de 11 vezes por mês, em comparação com 24% dos que trabalham a tempo inteiro e 20% dos que trabalham em part-time.
«Quando se tem em conta que uma pessoa que chega à idade da reforma hoje pertence a esta geração do pós-guerra, com melhor condicionamento físico, mais activa e com mais recursos financeiros do que as gerações anteriores na mesma idade, não é de surpreender que estes façam mais sexo», explica Rosie Campbell, especialista em psicologia social ouvida pelo Sunday Telegraph.
«O trabalhador típico em regime de meio período é uma mãe de 40 e poucos anos que lida com carreira, filhos e vida doméstica», acrescenta Campbell, justificando que «é provável que sexo seja a última coisa que ela tem em mente».
A maioria dos britânicos - 34% - confessou neste estudo que a melhor fase da sua vida sexual foi entre os 25 e 34 anos, enquanto 23% disseram que foi entre 18 e 24 anos.
Quanto à infidelidade, o estudo revela que um quarto dos britânicos confessa que foram infiéis aos parceiros.
A confiança foi considerada o aspecto mais importante de uma relação - mais do que o companheirismo ou a estabilidade financeira. Já o sexo... ficou em quinto lugar.
Os números são esclarecedores: 11% dos divorciados têm relações sexuais mais de 21 vezes por mês, quase o dobro dos casados, que fazem sexo, em média, nove vezes por mês.
O estudo sobre hábitos sexuais, encomendado pelo jornal «The Sunday Telegraph», foi realizado através da Internet e inquiriu mais de 1,8 mil pessoas, de acordo com o site da BBC Brasil.
A influência do stres
Além do estado civil, o stress no trabalho e no ambiente familiar tem também influência na vida sexual. O estudo revela que alguns reformados têm duas vezes mais relações sexuais do que as pessoas mais novas que trabalham.
A pesquisa indica que 29% dos reformados fazem sexo mais de 11 vezes por mês, em comparação com 24% dos que trabalham a tempo inteiro e 20% dos que trabalham em part-time.
«Quando se tem em conta que uma pessoa que chega à idade da reforma hoje pertence a esta geração do pós-guerra, com melhor condicionamento físico, mais activa e com mais recursos financeiros do que as gerações anteriores na mesma idade, não é de surpreender que estes façam mais sexo», explica Rosie Campbell, especialista em psicologia social ouvida pelo Sunday Telegraph.
«O trabalhador típico em regime de meio período é uma mãe de 40 e poucos anos que lida com carreira, filhos e vida doméstica», acrescenta Campbell, justificando que «é provável que sexo seja a última coisa que ela tem em mente».
A maioria dos britânicos - 34% - confessou neste estudo que a melhor fase da sua vida sexual foi entre os 25 e 34 anos, enquanto 23% disseram que foi entre 18 e 24 anos.
Quanto à infidelidade, o estudo revela que um quarto dos britânicos confessa que foram infiéis aos parceiros.
A confiança foi considerada o aspecto mais importante de uma relação - mais do que o companheirismo ou a estabilidade financeira. Já o sexo... ficou em quinto lugar.
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A M I Z A D E - Algo em vias de extinção nos nossos dias..















