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Deve ser Pecado! em Ter Mar 16, 2010 11:54 am
MClara
Convidado
Hoje.. “toquei-me” para ti, libertei toda a fúria de um desejo reprimido ao longo do tempo.
Hoje que o tempo me escasseou, tirei um tempo para me perder na minha luxúria e desejo. Esse tempo foi teu, onde divaguei e percorri o meu corpo, quente de desejo por ti.
Reencontrei-me, ao encontrar o meu desejo que estava adormecido e fiz-te meu amante. Quente, luxurioso, pleno de paixão.
Hoje, “Toquei-me” para ti, com as minhas mãos fiz do meu desejo as tuas mãos, saboreei o teu toque, a tua surpresa ao encontrar-me pronta, húmida de mil desejos.
Deixei que os meus pensamentos fossem as tuas mãos, o teu toque suave e firme ao mesmo tempo, como quem reclama uma posse que sabe ser sua. Que a si lhe pertence. Sou tua bem o sabes, sentes, sentes como o meu corpo reage ao teu, em cada toque, em cada carícia.
Por isso “hoje” toquei-me para ti, lembrei as vezes que te podia acariciar intimamente com a minha boca e fazer-te esquecer tudo o resto.
Queria saborear-te, sentir como o mel do teu desejo se mistura com o salgado da paixão, colher na tua boca, gotas da luxúria que por vezes me percorre cada célula do meu corpo.
Fazer-te apenas e só, sentir como te desejo, em cada pedacinho de ti, do teu corpo quente e másculo.. Envolvente que me faz apenas sentir que sou.. mulher.
Lembro as vezes que podia meio a jeito tímido, de quem tem medo de se expor demais, de te assustar, fazer-te esquecer tudo e todos que nos rodeiam por breves minutos.
Minutos de prazer, de pecado, de sentir que tudo explode em nosso redor, em laivos de luxúria que se consome, que nos consome. Que nos faz desejar mais e mais, até nada restar, senão um atordoamento e semiconsciência que os prazeres satisfeitos proporcionam.
Lembro as vezes que te podia seduzir quando te concentras no teu trabalho, em que gentilmente percorro com os meus lábios cada pedacinho do teu corpo, até te fazer apenas sentir, desejo e tudo esquecer.
Surpresa, desejo-te, estou quente, cada célula do meu corpo necessita-te, urgente mente!
E por isso, hoje “toquei-me” para ti, senti que a tua mão firme conduzia a prazeres, devaneios talvez, mas fechei os olhos e semi-acordada, apenas senti, senti como o meu corpo ondulava de encontro ao teu, como o calor do teu corpo, me abrasava e descobri-me sentada no teu colo, procurando avidamente que entrasses em mim.
Deixei que as tuas mãos segurassem os meus seios e juntei a minha boca á tua, enquanto, sem forças, deixei-me cair sobre o teu corpo e o nosso desejo fundiu-se num só.
Quente, firme como o desejo, senti-te como se te pertencesse! Como se, dois corpos fossem apenas um. Deixei que o meu corpo, sabes, aquela parte intima de mim que é tua, apenas tua, que te deseja, que te espera, e como ela avidamente te acolheu com sofreguidão… Inteiro!
Uma posse, quente, urgente na satisfação, na procura, de quem sabe fazer-me sua. Meu corpo, teu corpo, não existe, nasceu no teu toque a luxúria, neste desejo que me abrasa, que me seca a boca e inunda o interior do meu corpo.
Nem consigo respirar, apenas sentir, e quero mais, quero tudo o que tens para me dar, até me perder, deixar de pensar, apenas sentir que me fazes Mulher, em cada toque e como te sinto!
Aí meu Deus como te sinto! Sinto que me parto em duas, que algo se separa de mim e tem vontade própria, palpita, engole, pede, absorve e cada vez quer mais. Até que… não consigo respirar, é demasiada paixão, luxúria, isto é tão bom, só pode ser pecado.
Aí meu Deus como te sinto, inteiro, entrando em mim, abrasando os meus sentidos, não posso mais, perdoa, hoje toquei-me para ti e nos meus devaneios, ai Meu Deus como te desejei e pequei!
Hoje que o tempo me escasseou, tirei um tempo para me perder na minha luxúria e desejo. Esse tempo foi teu, onde divaguei e percorri o meu corpo, quente de desejo por ti.
Reencontrei-me, ao encontrar o meu desejo que estava adormecido e fiz-te meu amante. Quente, luxurioso, pleno de paixão.
Hoje, “Toquei-me” para ti, com as minhas mãos fiz do meu desejo as tuas mãos, saboreei o teu toque, a tua surpresa ao encontrar-me pronta, húmida de mil desejos.
Deixei que os meus pensamentos fossem as tuas mãos, o teu toque suave e firme ao mesmo tempo, como quem reclama uma posse que sabe ser sua. Que a si lhe pertence. Sou tua bem o sabes, sentes, sentes como o meu corpo reage ao teu, em cada toque, em cada carícia.
Por isso “hoje” toquei-me para ti, lembrei as vezes que te podia acariciar intimamente com a minha boca e fazer-te esquecer tudo o resto.
Queria saborear-te, sentir como o mel do teu desejo se mistura com o salgado da paixão, colher na tua boca, gotas da luxúria que por vezes me percorre cada célula do meu corpo.
Fazer-te apenas e só, sentir como te desejo, em cada pedacinho de ti, do teu corpo quente e másculo.. Envolvente que me faz apenas sentir que sou.. mulher.
Lembro as vezes que podia meio a jeito tímido, de quem tem medo de se expor demais, de te assustar, fazer-te esquecer tudo e todos que nos rodeiam por breves minutos.
Minutos de prazer, de pecado, de sentir que tudo explode em nosso redor, em laivos de luxúria que se consome, que nos consome. Que nos faz desejar mais e mais, até nada restar, senão um atordoamento e semiconsciência que os prazeres satisfeitos proporcionam.
Lembro as vezes que te podia seduzir quando te concentras no teu trabalho, em que gentilmente percorro com os meus lábios cada pedacinho do teu corpo, até te fazer apenas sentir, desejo e tudo esquecer.
Surpresa, desejo-te, estou quente, cada célula do meu corpo necessita-te, urgente mente!
E por isso, hoje “toquei-me” para ti, senti que a tua mão firme conduzia a prazeres, devaneios talvez, mas fechei os olhos e semi-acordada, apenas senti, senti como o meu corpo ondulava de encontro ao teu, como o calor do teu corpo, me abrasava e descobri-me sentada no teu colo, procurando avidamente que entrasses em mim.
Deixei que as tuas mãos segurassem os meus seios e juntei a minha boca á tua, enquanto, sem forças, deixei-me cair sobre o teu corpo e o nosso desejo fundiu-se num só.
Quente, firme como o desejo, senti-te como se te pertencesse! Como se, dois corpos fossem apenas um. Deixei que o meu corpo, sabes, aquela parte intima de mim que é tua, apenas tua, que te deseja, que te espera, e como ela avidamente te acolheu com sofreguidão… Inteiro!
Uma posse, quente, urgente na satisfação, na procura, de quem sabe fazer-me sua. Meu corpo, teu corpo, não existe, nasceu no teu toque a luxúria, neste desejo que me abrasa, que me seca a boca e inunda o interior do meu corpo.
Nem consigo respirar, apenas sentir, e quero mais, quero tudo o que tens para me dar, até me perder, deixar de pensar, apenas sentir que me fazes Mulher, em cada toque e como te sinto!
Aí meu Deus como te sinto! Sinto que me parto em duas, que algo se separa de mim e tem vontade própria, palpita, engole, pede, absorve e cada vez quer mais. Até que… não consigo respirar, é demasiada paixão, luxúria, isto é tão bom, só pode ser pecado.
Aí meu Deus como te sinto, inteiro, entrando em mim, abrasando os meus sentidos, não posso mais, perdoa, hoje toquei-me para ti e nos meus devaneios, ai Meu Deus como te desejei e pequei!


















