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Fantasia Eólica em Dom Fev 21, 2010 12:30 am
Chula d´Agueda
Visitante

Brilha o sol em quente tarde
Há uma brisa suave
Mal agitando a ramada
Muito longe há um furacão
Ribomba como um trovão
Deixando a Terra arrasada.
O furacão solta um grito
- Sou um furacão maldito
Sinto prazer no horror
E a brisa respondeu:
- Porque não és como eu?
Furacão devastador.
Como água apetecida
Todos me querem na vida
Fresca e doce como mel
Com a minha suave aragem
Faço bailar a folhagem
Qual Bolero de Ravel.
E o furacão devastava
Tudo por onde passava
Sua voz ronca a gritar
- O meu poder é profundo
Eu quero arrasar o mundo
O mundo tem que acabar.
E a brisa ia passando
Com voz suave implorando
Pedindo ao tufão clemência
- Porque é que és tão cruel
Espalhas o amargo do fel
Que tens tu contra a ciência?
- Sou muito mais poderoso
Que o homem estudioso
Que me vê como um monstro
Prevê se vou aparecer
Mas não me sabe vencer
Destruo tudo o que encontro.
- Os homens são arrogantes
Andam em lutas constantes
Desafiam a natureza
Em vez de bombas, canhões
Que descubram as razões
Da minha cruel rudeza.
Com uma grande humildade
A brisa fresca e suave
Implorou um lamento
- Do mundo tem compaixão
Não sejas tão furacão
Apenas suave vento.
Há uma brisa suave
Mal agitando a ramada
Muito longe há um furacão
Ribomba como um trovão
Deixando a Terra arrasada.
O furacão solta um grito
- Sou um furacão maldito
Sinto prazer no horror
E a brisa respondeu:
- Porque não és como eu?
Furacão devastador.
Como água apetecida
Todos me querem na vida
Fresca e doce como mel
Com a minha suave aragem
Faço bailar a folhagem
Qual Bolero de Ravel.
E o furacão devastava
Tudo por onde passava
Sua voz ronca a gritar
- O meu poder é profundo
Eu quero arrasar o mundo
O mundo tem que acabar.
E a brisa ia passando
Com voz suave implorando
Pedindo ao tufão clemência
- Porque é que és tão cruel
Espalhas o amargo do fel
Que tens tu contra a ciência?
- Sou muito mais poderoso
Que o homem estudioso
Que me vê como um monstro
Prevê se vou aparecer
Mas não me sabe vencer
Destruo tudo o que encontro.
- Os homens são arrogantes
Andam em lutas constantes
Desafiam a natureza
Em vez de bombas, canhões
Que descubram as razões
Da minha cruel rudeza.
Com uma grande humildade
A brisa fresca e suave
Implorou um lamento
- Do mundo tem compaixão
Não sejas tão furacão
Apenas suave vento.















