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Estará a mente humana a regredir? o Qui Fev 04, 2010 8:57 pm
Chula d´Agueda
Visitante
Antes o homem nem conhecia a roda,
Como fazer lume ou amanhar a terra.
Sobrevivia, por nada fazia guerra,
Vestia ramos, peles. Era então a moda.
Muito antes de Cristo povoou terras.
Assinalou sua presença em tod’a parte.
Foi descobrindo que tinha engenho e arte,
P’lo raciocínio distinguia-se das feras.
A sua inteligência vai-se dilatando,
Nascem dois antagónicos sentimentos.
Estes sempre provocaram sofrimentos,
Amor e ódio, lado a lado germinando.
E a perversidade vai-se instalando,
No coração do homem sempre a evoluir.
SODOMA E GOMORRA vão-se destruir,
Abel e Caim, irmãos se vão matando.
Vem Cristo à terra pregar Nova Doutrina,
Uma nova Era no tempo a contar.
Mas o homem pervertido, tem que O matar,
Questionando a mensagem que é Divina.
Mil guerras travadas até aos nossos dias.
Há milhões de inocentes a morrer.
E a mente humana sempre a crescer,
Crescendo também ambições e cobardias.
Atingiu o apogeu da inteligência.
Nem sabe o que mais terá por descobrir,
Também vemos a mente humana a regredir,
Ou estará enferma por demência?
Hoje vemos cristãos serem massacrados,
Tal como aconteceu na Roma Antiga.
Mas o que mais deixa a alma ferida,
Em nome de Deus eles são eliminados.
Potências mundiais são opressoras,
De povos, já por si, SOB “GRILHÕES”.
Em nome da liberdade invasoras,
Escondem o que está por trás das intenções.
Nos Balcãs, onde está a tolerância?
Patrícios massacrando-se mutuamente.
Valas comuns, enterrada tanta gente,
Que antes conviviam n’abundância.
Fica o mundo chocado com relatos.
De homicídios calculados com rigor.
É do Brasil que nos chega tal horror.
Enterram-se amigos vivos por “patacos”.
A nível mundial paira o terror,
Pela acção dum inimigo sem rosto,
Que por fanático ideal ou só por gosto,
Mata, arrasa, destrói, espalha a dor.
Lembro o onze de Março e de Setembro,
Consumados por terroristas repelentes.
Aviões, torres, comboios de inocentes.
Em atentados, qual deles o mais horrendo.
Repugna que na Ossétia do Norte
Bárbaros matassem tantas crianças
O Homem Bom vai esgotando as esperanças
De vencer o terror que espalha a morte.
Indiscriminadamente inocentes
Por serem os alvos mais vulneráveis
São as vítimas dos actos mais selvagens
De quem só contém ódio em suas mentes.
As forças do Bem lutam contra o mal,
Mas por vezes parecem vacilar.
O mal, sem rosto e dia par’atacar.
Vai tomando amplitude universal.
E o homem só pensa em retaliação.
Violam-se convénios e tratados.
Os Direitos Humanos são ignorados,
E não há tolerância nem perdão.
Interroga-se o mundo a uma voz.
O porquê de tão selvático agir.
Estará a mente humana a regredir?
Se assim for, o que será de todos nós?
Chula d’Águeda
Setembro 2004
Como fazer lume ou amanhar a terra.
Sobrevivia, por nada fazia guerra,
Vestia ramos, peles. Era então a moda.
Muito antes de Cristo povoou terras.
Assinalou sua presença em tod’a parte.
Foi descobrindo que tinha engenho e arte,
P’lo raciocínio distinguia-se das feras.
A sua inteligência vai-se dilatando,
Nascem dois antagónicos sentimentos.
Estes sempre provocaram sofrimentos,
Amor e ódio, lado a lado germinando.
E a perversidade vai-se instalando,
No coração do homem sempre a evoluir.
SODOMA E GOMORRA vão-se destruir,
Abel e Caim, irmãos se vão matando.
Vem Cristo à terra pregar Nova Doutrina,
Uma nova Era no tempo a contar.
Mas o homem pervertido, tem que O matar,
Questionando a mensagem que é Divina.
Mil guerras travadas até aos nossos dias.
Há milhões de inocentes a morrer.
E a mente humana sempre a crescer,
Crescendo também ambições e cobardias.
Atingiu o apogeu da inteligência.
Nem sabe o que mais terá por descobrir,
Também vemos a mente humana a regredir,
Ou estará enferma por demência?
Hoje vemos cristãos serem massacrados,
Tal como aconteceu na Roma Antiga.
Mas o que mais deixa a alma ferida,
Em nome de Deus eles são eliminados.
Potências mundiais são opressoras,
De povos, já por si, SOB “GRILHÕES”.
Em nome da liberdade invasoras,
Escondem o que está por trás das intenções.
Nos Balcãs, onde está a tolerância?
Patrícios massacrando-se mutuamente.
Valas comuns, enterrada tanta gente,
Que antes conviviam n’abundância.
Fica o mundo chocado com relatos.
De homicídios calculados com rigor.
É do Brasil que nos chega tal horror.
Enterram-se amigos vivos por “patacos”.
A nível mundial paira o terror,
Pela acção dum inimigo sem rosto,
Que por fanático ideal ou só por gosto,
Mata, arrasa, destrói, espalha a dor.
Lembro o onze de Março e de Setembro,
Consumados por terroristas repelentes.
Aviões, torres, comboios de inocentes.
Em atentados, qual deles o mais horrendo.
Repugna que na Ossétia do Norte
Bárbaros matassem tantas crianças
O Homem Bom vai esgotando as esperanças
De vencer o terror que espalha a morte.
Indiscriminadamente inocentes
Por serem os alvos mais vulneráveis
São as vítimas dos actos mais selvagens
De quem só contém ódio em suas mentes.
As forças do Bem lutam contra o mal,
Mas por vezes parecem vacilar.
O mal, sem rosto e dia par’atacar.
Vai tomando amplitude universal.
E o homem só pensa em retaliação.
Violam-se convénios e tratados.
Os Direitos Humanos são ignorados,
E não há tolerância nem perdão.
Interroga-se o mundo a uma voz.
O porquê de tão selvático agir.
Estará a mente humana a regredir?
Se assim for, o que será de todos nós?
Chula d’Águeda
Setembro 2004
















